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Crusoé: As fakes news disseminadas por Alexandre de Moraes

Presidente citou supostas orgias promovidas por Vorcaro e afirmou que integrantes da Suprema Corte, deputados e senadores foram envolvidos. O presidente Lula (PT) afirmou nesta sexta-feira, 18, que cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm ligação direta ou indireta com o caso Banco Master. A declaração ocorreu durante entrevista à Rádio Tupi, na qual Lula também acusou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro de promover orgias com mulheres estrangeiras para integrantes da elite brasileira.

 

 

Ao comentar as relações de Vorcaro com autoridades, Lula afirmou:

 

 

“Ele patrocinava orgia, ele trazia mulheres da Suécia, da Suíça, não sei de onde, para os bacanas brasileiros que gostam dessas coisas. E aí envolveu gente da Suprema Corte, envolveu deputado, envolveu senador, envolveu todo mundo.”

 

 

Na sequência, o presidente citou os ministros do STF ao comentar a dimensão da crise envolvendo o Master.

 

 

“Você tem cinco ministros que estão ligados direto, indiretamente.”

 

 

Lula não apresentou, nessa declaração, os nomes dos cinco ministros nem afirmou que todos são investigados. A fala foi feita em meio à divulgação de mensagens e documentos que apontam contatos de Vorcaro com Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. As circunstâncias dos contatos são diferentes em cada caso.

 

 

O presidente também voltou a defender uma reforma do Judiciário e disse que o problema envolvendo o Master precisa ser resolvido antes de uma eventual mudança na estrutura do Poder.

 

 

“Eu agora quero rediscutir que você tem uma reforma no Poder Judiciário, mas antes de fazer essa reforma, nós temos que resolver esse problema.”

 

 

Lula ainda afirmou que os futuros integrantes da Suprema Corte não deveriam buscar enriquecimento pessoal.

 

 

“Quem vier para a Suprema Corte não pode querer ser rico. Ali é um sacerdócio.”

 

 

Ao avaliar a crise envolvendo o caso Master, o presidente concluiu: “Isso tudo está apodrecendo.”

Com Informações: https://aldirdantas.com//via O Antagonista

Lula em evento no RJ defende as facções PCC E CV de organizações terroristas

Petista passa pano para grupos que controlam territórios, aterrorizam comunidades, cobram taxas, impõem toque de recolher e executam rivais. Em evento de segurança no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (18), Lula (PT) voltou a afirmar que “não aceita” a classificação feita pelos Estados Unidos das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse tipo de atitude do presidente brasileiro vem sendo interpretada pelas autoridades dos EUA como pretexto para não combater esses criminosos, que já atuam em diversas cidades norte-americanas.

 

 

“Eu não aceito a ideia de que as facções bandidas são terroristas, como diz o Trump”, afirmou. Para o petista, o que Trump chama de terrorismo seria “terrorismo de Estado” — “a luta e a briga pelo poder”. Quem teria feito isso, segundo Lula, foi Jair Bolsonaro no 8 de janeiro, “pensando em matar Lula, Alckmin e até o Alexandre de Moraes”. “Isso é terrorismo de Estado.”

 

 

Desde que Washington passou a tratar as facções como ameaça internacional, o governo Lula insiste que o enquadramento como terrorismo abriria precedente para interferência estrangeira. A soberania, nesse discurso, funciona como escudo: quem define como o crime é classificado e combatido no Brasil são “os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança”.

 

 

O efeito prático da tese é o seguinte: grupos que controlam territórios, cobram taxas, impõem toque de recolher, executam rivais e aterrorizam bairros, escolas e periferias permanecem, no vocabulário oficial, “crime organizado” ou “facções bandidas” — não terroristas. Lula admite o impacto sobre a população (“esses bandidos são terroristas para a família que mora no bairro”), mas recusa o estatuto jurídico e político que permitiria tratamento mais duro, cooperação internacional mais agressiva e isolamento financeiro mais amplo.

 

 

Enquanto isso, o rótulo de terrorismo é reservado ao episódio de 8 de janeiro e à trama golpista. A distinção não é técnica: é política. Facções que exercem poder paralelo sobre milhões de pessoas não “brigam pelo Estado”; o Estado, no discurso presidencial, é que não deve aceitar que outro país as trate como o que elas já são na vida cotidiana de quem vive sob seu domínio. Lula prometeu se reeleito, “retomar territórios ocupados”, criar um Ministério da Segurança Pública e apostar na PEC da Segurança. O recado paralelo, porém, ficou claro: o problema não é o nome que o crime organizado recebe no exterior. O problema é quem ousa dar esse nome. A soberania, nesse recorte, protege o país da classificação — e, na prática, deixa as facções no mesmo enquadramento que o governo sempre preferiu.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Diário do Poder

Pesquisador revela que eleitor está cansado da voz do Lula

AMANHÃ FESTA EM CODÓ: Eduardo Braide lidera grande arrastão ao lado de Biné Figueiredo

A cidade de Codó promete parar neste sábado, 19 de setembro de 2026. As ruas do município serão palco de um dos maiores eventos políticos da campanha eleitoral deste ano: um mega arrastão de carros e motos liderado por Eduardo Braide (PSD), candidato que lidera as intenções de voto para o Governo do Maranhão. 

Por que Biné apoia Braide?, Porque Biné acredita em Braide., Porque é uma decisão construída com diálogo, com a família, com os amigos e com pessoas que acompanham de perto sua caminhada., Biné é ...

O ato ganha ainda mais força com a presença confirmada do ex-prefeito e maior líder político da região leste, o popular Biné Figueiredo, consolidando uma aliança estratégica que desenha novos rumos para a disputa no estado.

 

 

Uma aliança de peso para transformar a região

 

 

A união entre o ex-prefeito de São Luís e o “eterno prefeito” de Codó foi firmada oficialmente em agosto e tem mobilizado fortemente o eleitorado local. Biné Figueiredo, acompanhado por seu grupo político e pelo vereador Rodrigo Figueiredo, declarou apoio integral à candidatura de Braide por acreditar que este é o melhor projeto para o desenvolvimento de Codó e de todo o Maranhão. 

 

 

“Quem ajuda o Braide tá ajudando o Biné”, declarou a liderança codoense ao selar o compromisso.

 

 

Liderança consolidada nas pesquisas

 

 

Eduardo Braide chega a Codó impulsionado pelos ótimos números na corrida pelo Palácio dos Leões. No levantamento mais recente divulgado pelo Instituto IPPI/Café Quente, Braide aparece consolidado na liderança com 44,8% das intenções de voto (alcançando 53,7% dos votos válidos), o que projeta uma possibilidade real de vitória ainda no primeiro turno. O candidato tem apostado em uma postura de neutralidade na polarização nacional, focando o debate em propostas de infraestrutura e serviços públicos para o interior do estado. 

 

 

Programação do Arrastão

 

A expectativa dos organizadores é atrair uma multidão de apoiadores, motociclistas e motoristas de Codó e cidades vizinhas para acompanhar a comitiva.

O que: Grande arrastão da mudança com motos e carros.

 

 

 

Presenças: Eduardo Braide, Lahésio Bonfim, Biné Figueiredo,Camilo Figueiredo, Rodrigo Figueiredo, e lideranças da região leste.

 

Objetivo: Mobilizar a militância e apresentar as propostas de governo para a saúde, educação e saneamento básico no interior.

 

Quando: Amanhã, sábado (19 de setembro), às 7horas da manhã.

Concentração: Na residência do ex-prefeito Biné Figueiredo.

 

Cobertura do evento será feita pelo jornalista Genivaldo Silva (O Cobra) e pelo Blog Repasse Informativo

Xadrez Político no MA: Por que Camarão ataca Lahesio em eleição que não é sua?


                                        foto: ( Montegem)

 

Por: Lázaro Junqueira   

 

 

Amargando a lanterna nas pesquisas de intenção de voto e sem força real para decolar na sucessão ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão parece ter mudado o foco de sua bússola política. Em vez de gastar energia tentando reverter o próprio cenário desfavorável de uma candidatura sem expressividade, o candidato governista surpreendeu os bastidores ao direcionar sua artilharia pesada contra Lahésio Bonfim — um nome altamente competitivo que briga pelo Senado. A estratégia, que aos olhos do eleitor comum soa como um desespero sem nexo de quem não consegue crescer por conta própria, ganha contornos nítidos quando analisada sob a ótica dos “desígnios supremos” de Flávio Dino. Ao tentar rotular Lahésio com velhos carimbos ideológicos, Camarão sacrifica a própria viabilidade eleitoral para atuar como escudo de um projeto desenhado diretamente de Brasília.

 

 

O desespero de uma candidatura sem expressividade nas urnas

 

 

O que se vê no Maranhão é o clássico movimento de quem naufraga nas intenções de voto e tenta arrastar adversários consolidados para o fundo do poço. Sem conseguir empolgar o eleitorado e patinando nos últimos lugares das pesquisas, Camarão recorre ao ataque direto por pura falta de propostas e de capital político próprio. A fixação em Lahésio Bonfim evidencia um nítido pânico de bastidor: sabendo que sua campanha ao governo não tem tração popular nem chances reais de vitória, o candidato aceita o papel secundário de atirador de elite para tentar conter uma liderança que cresce de forma legítima nas ruas. É o desespero de quem não tem votos tentando ditar os rumos de uma eleição que não é sua.

 

 

A força de uma liderança nata e independente

 

 

O que o grupo governista e seus satélites sem expressão parecem não compreender é que o fenômeno em torno de Lahésio Bonfim não depende de padrinhos políticos nem de estruturas partidárias tradicionais. Ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio se consolidou no cenário maranhense como uma liderança nata, cuja conexão com o eleitorado foi construída de forma direta, com base em resultados reais e no sentimento de mudança que ecoa do interior até a capital. Ao contrário dos que dependem do crachá de “candidato de fulano ou sicrano” para existir politicamente e que hoje amargam a rejeição popular, a relevância de Lahésio vem de sua própria trajetória e de sua independência diante dos blocos tradicionais A e B.

 

 

A blindagem de Flávio Dino no horizonte do STF

 

 

Para entender o movimento desesperado de Camarão, é preciso olhar para Brasília. O avanço de nomes independentes e de forte apelo popular ao Senado acendeu o alerta vermelho no grupo governista. Com o Supremo Tribunal Federal sob constantes pressões da oposição, garantir senadores totalmente alinhados e submissos no Maranhão virou prioridade para os aliados do ministro Flávio Dino. Camarão, portanto, assume o papel de blindar esse sistema: sua missão não é construir propostas ou viabilizar seu próprio nome, mas tentar criar espantalhos ideológicos para desgastar uma candidatura que ameaça a hegemonia do grupo que domina o estado.

 

 

A resposta vem da realidade das ruas

 

 

A tática de polarizar e tentar enfiar o debate em caixas ideológicas pré-moldadas desconsidera o amadurecimento do eleitor do Maranhão, que rejeita candidatos que só aparecem para atacar. O apoio expressivo a Lahésio Bonfim reflete um desejo por justiça, gestão eficiente e a ruptura com um modelo político desgastado. Enquanto Camarão gasta o pouco fôlego que lhe resta tentando rotular quem está avançando, o eleitorado observa quem realmente tem voz própria para representar o estado no Senado Federal. No final, o desespero das urnas e a insignificância eleitoral de quem ataca apenas evidenciam a solidez de quem não precisa de tutores para liderar.


Mesmo com nova lei, TSE mantém voto de presos provisórios

Corte aplicou princípio que só permite mudanças eleitorais em pleitos realizados mais de um ano após nova lei

Urna eletrônica (Imagem ilustrativa) Foto: Elza Fiúza/ABr

 

Presos provisórios e adolescentes submetidos a medidas socioeducativas poderão votar nas eleições de 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, para o pleito deste ano, a aplicação de um trecho da Lei Antifacção que passou a proibir o alistamento eleitoral e o voto de pessoas presas, independentemente de terem ou não condenação definitiva.

 

A decisão do TSE considerou o princípio constitucional da anualidade eleitoral, segundo o qual mudanças na legislação que alterem o processo eleitoral não podem ser aplicadas à eleição realizada menos de um ano após sua entrada em vigor. Com isso, a Lei 15.358/2026, também chamada de Lei Antifacção, que começou a valer em março de 2026, não se aplicará ao pleito deste ano.

 

Até hoje, a Constituição Federal estabelece a suspensão dos direitos políticos para pessoas condenadas criminalmente por decisão definitiva, após o trânsito em julgado. Presos provisórios, ou seja, que ainda não foram condenados definitivamente, não estão abrangidos por essa regra. O mesmo ocorre com adolescentes que cumprem medidas socioeducativas restritivas de liberdade.

 

 

A possibilidade de voto nos estabelecimentos prisionais e socieducativos, porém, existe desde 2002, quando a Justiça Eleitoral passou a adotar medidas para permitir que presos provisórios e adolescentes privados de liberdade votassem. Em alguns estados, também são realizadas ações para regularização, alistamento e transferência de títulos.

 

 

Para votar em 2026, o eleitor preso precisa estar com a situação eleitoral regularizada e ter solicitado a participação dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, encerrado em maio. No entanto, a Lei Antifacção prevê uma mudança nas regras para os próximos pleitos. Caso o dispositivo seja mantido em vigor, presos provisórios já ficarão impedidos de se alistar e votar a partir de 2027.

 

A regra, entretanto, ainda pode ser analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Já existem ao menos quatro ações na Suprema Corte que questionam dispositivos da Lei Antifacção, e a Corte poderá decidir posteriormente sobre a constitucionalidade da proibição de voto dos presos provisórios e de outros dispositivos adicionados pela nova legislação.

Com Informações: https://pleno.news

Renan diz que Lula quer ‘comprar votos’ ao aumentar o Bolsa Família em período eleitoral

Candidato do Missão afirmou que acionará a Justiça Eleitoral contra a medida

Renan Santos, candidato à Presidência da República. (Foto: Reprodução/Instagram/Acervo Pessoal).

 

Por: Mael Belford

 

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou, nesta quinta-feira (17), que o presidente Lula (PT) praticou “crime eleitoral” e tenta “comprar votos”, após anunciar o aumento do benefício do programa Bolsa Família, em plena campanha.

 

 

Segundo Renan, a legislação eleitoral veda a alteração de benefícios sociais em ano de eleição, e o reajuste foi anunciado já dentro do período eleitoral. O Político anunciou que acionará a Justiça Eleitoral contra a medida.

 

 

“Ele usa isso para comprar voto para se reeleger e você que trabalha, paga a conta. Isto é crime. A lei eleitoral não permite que você altere benefícios sociais em ano eleitoral. Ele está fazendo isso no meio da eleição, fazendo aquilo que ele sabe fazer de melhor: quer comprar a consciência das pessoas”, afirmou.

 

O candidato citou outras medidas recentes do governo, como o vale-gás e a gratuidade de energia, e sustentou que o aumento não enfrenta a crise econômica do país.

 

“Ele não está resolvendo nenhum problema brasileiro. O Brasil está numa crise econômica gigantesca. Ele já está dando vale-gás, já está dando energia de graça para as pessoas e agora, no meio da eleição, vai aumentar o Bolsa Família. Quem vai pagar essa conta?”, questionou.

 

 

Para Renan, o benefício deve ser restrito a quem não tem condições de trabalhar. O candidato afirmou que, se eleito, criará uma frente de trabalho.

 

 

“Eu não vou permitir que o Brasil que trabalha e produz seja refém desse tipo de populismo. Eu vou acabar com esses aumentos absurdos. Só vai receber Bolsa Família quem precisa estritamente. Quem pode trabalhar, vai trabalhar. Eu vou criar a frente de trabalho. É isso que brasileiro sério faz”, disse.

 

O candidato informou que a ação está sendo preparada pelo corpo jurídico do partido em conjunto com Renato Battista, candidato a deputado estadual pelo Missão em São Paulo, e afirmou que os demais presidenciáveis não contestarão a medida por receio de perder eleitores.

 

 

“Estou entrando agora na Justiça Eleitoral para derrubar essa medida populista e criminosa do Lula. Os demais não vão fazer isso porque são medrosos e têm medo de se indispor com esse eleitor que o Lula está comprando. Eu não tenho medo. Eu sou um líder que agirá de maneira correta nos momentos mais duros”, concluiu.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

 

Reviravolta: Flávio dispara e atinge 55% no Polymarket após sessão do STF

Plataforma de previsões está bloqueada no Brasil desde abril deste ano

Flávio e Lula Fotos: Andressa Anholete/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

 

Nesta quarta-feira (16), o Polymarket registrou nova alteração nas cotações para a eleição presidencial de 2026 após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada na terça-feira (15). Flávio Bolsonaro chegou a 55% de probabilidade implícita, enquanto Lula aparecia com 45%, segundo os contratos negociados na plataforma.

 

 

A mudança ocorreu durante as 24 horas que envolveram o julgamento no STF. Nesse período, a cotação atribuída a Flávio subiu cerca de dois pontos percentuais, enquanto a de Lula caiu em proporção semelhante, de acordo com os dados divulgados pelo mercado de previsões.

 

 

A sessão da Corte terminou sem uma decisão sobre a eventual abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. O ministro Flávio Dino pediu vista durante a análise sobre a possibilidade de reunir as petições relacionadas aos casos de Moraes e André Mendonça, interrompendo o julgamento.

 

 

O movimento das cotações ocorreu no mesmo período da repercussão política da sessão, mas os números não permitem afirmar que o julgamento tenha sido o único responsável pela mudança. As negociações também podem reagir a pesquisas eleitorais e a outros acontecimentos políticos.

 

 

O Polymarket funciona como um mercado de previsões, no qual usuários compram e vendem contratos relacionados a eventos futuros. Os preços são apresentados em percentuais, mas não seguem a metodologia de uma pesquisa de intenção de voto.

 

 

Na semana passada, Flávio já havia ultrapassado Lula na plataforma. Em 10 de setembro, os contratos indicavam 52% para o senador e 45% para o presidente, enquanto Renan Santos aparecia com 2%.

 

 

Vale dizer que o Polymarket está entre as plataformas de mercados de previsão bloqueadas pelo governo federal desde abril de 2026. A medida alcançou 27 sites que ofereciam contratos sobre eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais e de entretenimento.

Com Informações: https://pleno.news

 

 

Malu Gaspar desmonta argumentos da defesa de Alexandre de Moraes

foto: (reprodução)

 

 

A jornalista Malu Gaspar contestou os argumentos apresentados pelo ministro Alexandre de Moraes em sua manifestação sobre o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo ela, não seria correto afirmar que as suspeitas contra Moraes estão baseadas apenas em anotações encontradas em blocos de notas do celular de Vorcaro.

 

 

Gaspar citou uma mensagem de WhatsApp que, segundo o relato, teria permanecido no aparelho apreendido pela Polícia Federal quando o banqueiro foi preso. Ela também questionou a afirmação de Moraes de que o sucesso da operação afastaria a possibilidade de vazamento, destacando que a própria Polícia Federal teria concluído que Vorcaro estava sob investigação e foi preso quando tentava deixar o país.

 

 

A jornalista também contestou os argumentos sobre os contratos entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Segundo Gaspar, não teria sido localizada comprovação de contatos da advogada com órgãos nos quais deveria representar o banco, nem evidências de serviços compatíveis com o valor de R$ 130 milhões do primeiro contrato.

 

 

Ela também afirmou que há elementos que contradizem a declaração de que um segundo contrato, de R$ 50 milhões, jamais existiu, citando viagens de Viviane em aeronaves que seriam utilizadas como forma de pagamento. Gaspar destacou ainda a existência de uma perícia técnica no relatório da Polícia Federal, questionando a versão de que as suspeitas seriam resultado apenas de interpretações sobre anotações.

Com Informações: https://matiasmarinho.com

Demonstração de força na capital: Flávia Berthier articula vinda de Flávio Bolsonaro para sacudir o eleitorado em São Luís

Por: Marcos Monteiro

 

Enquanto o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não sinalizou presença no Maranhão neste 1º Turno, a direita local corre contra o tempo para dar uma demonstração de força. A vereadora de São Luís e candidata a deputada federal, Flávia Berthier (PL), lidera a articulação para trazer à capital maranhense o principal nome da oposição nacional, Flávio Bolsonaro (PL), na próxima semana.

 

Embora a agenda oficial ainda dependa de martelo batido, a expectativa da base aliada é enorme. Flávia Berthier vem mobilizando intensamente as redes e o eleitorado conservador com o anúncio de um grande ato programado para o dia 22 de setembro (próxima terça-feira), às 10h22.

 

Caso o desembarque se concretize, os apoiadores planejam uma recepção de impacto: uma grande motocarreata com saída do “QG do Capitão” (no retorno do aeroporto) rumo ao Multicenter Sebrae, com o objetivo de arrastar uma multidão de eleitores para as ruas.

Essa movimentação faz parte de uma estratégia agressiva do PL para avançar sobre o Nordeste, região onde o PT historicamente pontua bem. Ao apostar no apelo popular e na força de lideranças locais como Flávia Berthier, a oposição tenta balançar o cenário e fisgar o voto do eleitor maranhense.

 

 

 

Se a agenda de Flávio Bolsonaro vai mesmo se confirmar e incendiar a campanha na ilha, cenas dos próximos capítulos.

É aguardar e conferir.

Texto baseado nas informações de Jorge Aragão