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Xadrez Político no MA: Por que Camarão ataca Lahesio em eleição que não é sua?


                                        foto: ( Montegem)

 

Por: Lázaro Junqueira   

 

 

Amargando a lanterna nas pesquisas de intenção de voto e sem força real para decolar na sucessão ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão parece ter mudado o foco de sua bússola política. Em vez de gastar energia tentando reverter o próprio cenário desfavorável de uma candidatura sem expressividade, o candidato governista surpreendeu os bastidores ao direcionar sua artilharia pesada contra Lahésio Bonfim — um nome altamente competitivo que briga pelo Senado. A estratégia, que aos olhos do eleitor comum soa como um desespero sem nexo de quem não consegue crescer por conta própria, ganha contornos nítidos quando analisada sob a ótica dos “desígnios supremos” de Flávio Dino. Ao tentar rotular Lahésio com velhos carimbos ideológicos, Camarão sacrifica a própria viabilidade eleitoral para atuar como escudo de um projeto desenhado diretamente de Brasília.

 

 

O desespero de uma candidatura sem expressividade nas urnas

 

 

O que se vê no Maranhão é o clássico movimento de quem naufraga nas intenções de voto e tenta arrastar adversários consolidados para o fundo do poço. Sem conseguir empolgar o eleitorado e patinando nos últimos lugares das pesquisas, Camarão recorre ao ataque direto por pura falta de propostas e de capital político próprio. A fixação em Lahésio Bonfim evidencia um nítido pânico de bastidor: sabendo que sua campanha ao governo não tem tração popular nem chances reais de vitória, o candidato aceita o papel secundário de atirador de elite para tentar conter uma liderança que cresce de forma legítima nas ruas. É o desespero de quem não tem votos tentando ditar os rumos de uma eleição que não é sua.

 

 

A força de uma liderança nata e independente

 

 

O que o grupo governista e seus satélites sem expressão parecem não compreender é que o fenômeno em torno de Lahésio Bonfim não depende de padrinhos políticos nem de estruturas partidárias tradicionais. Ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio se consolidou no cenário maranhense como uma liderança nata, cuja conexão com o eleitorado foi construída de forma direta, com base em resultados reais e no sentimento de mudança que ecoa do interior até a capital. Ao contrário dos que dependem do crachá de “candidato de fulano ou sicrano” para existir politicamente e que hoje amargam a rejeição popular, a relevância de Lahésio vem de sua própria trajetória e de sua independência diante dos blocos tradicionais A e B.

 

 

A blindagem de Flávio Dino no horizonte do STF

 

 

Para entender o movimento desesperado de Camarão, é preciso olhar para Brasília. O avanço de nomes independentes e de forte apelo popular ao Senado acendeu o alerta vermelho no grupo governista. Com o Supremo Tribunal Federal sob constantes pressões da oposição, garantir senadores totalmente alinhados e submissos no Maranhão virou prioridade para os aliados do ministro Flávio Dino. Camarão, portanto, assume o papel de blindar esse sistema: sua missão não é construir propostas ou viabilizar seu próprio nome, mas tentar criar espantalhos ideológicos para desgastar uma candidatura que ameaça a hegemonia do grupo que domina o estado.

 

 

A resposta vem da realidade das ruas

 

 

A tática de polarizar e tentar enfiar o debate em caixas ideológicas pré-moldadas desconsidera o amadurecimento do eleitor do Maranhão, que rejeita candidatos que só aparecem para atacar. O apoio expressivo a Lahésio Bonfim reflete um desejo por justiça, gestão eficiente e a ruptura com um modelo político desgastado. Enquanto Camarão gasta o pouco fôlego que lhe resta tentando rotular quem está avançando, o eleitorado observa quem realmente tem voz própria para representar o estado no Senado Federal. No final, o desespero das urnas e a insignificância eleitoral de quem ataca apenas evidenciam a solidez de quem não precisa de tutores para liderar.


Mesmo com nova lei, TSE mantém voto de presos provisórios

Corte aplicou princípio que só permite mudanças eleitorais em pleitos realizados mais de um ano após nova lei

Urna eletrônica (Imagem ilustrativa) Foto: Elza Fiúza/ABr

 

Presos provisórios e adolescentes submetidos a medidas socioeducativas poderão votar nas eleições de 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, para o pleito deste ano, a aplicação de um trecho da Lei Antifacção que passou a proibir o alistamento eleitoral e o voto de pessoas presas, independentemente de terem ou não condenação definitiva.

 

A decisão do TSE considerou o princípio constitucional da anualidade eleitoral, segundo o qual mudanças na legislação que alterem o processo eleitoral não podem ser aplicadas à eleição realizada menos de um ano após sua entrada em vigor. Com isso, a Lei 15.358/2026, também chamada de Lei Antifacção, que começou a valer em março de 2026, não se aplicará ao pleito deste ano.

 

Até hoje, a Constituição Federal estabelece a suspensão dos direitos políticos para pessoas condenadas criminalmente por decisão definitiva, após o trânsito em julgado. Presos provisórios, ou seja, que ainda não foram condenados definitivamente, não estão abrangidos por essa regra. O mesmo ocorre com adolescentes que cumprem medidas socioeducativas restritivas de liberdade.

 

 

A possibilidade de voto nos estabelecimentos prisionais e socieducativos, porém, existe desde 2002, quando a Justiça Eleitoral passou a adotar medidas para permitir que presos provisórios e adolescentes privados de liberdade votassem. Em alguns estados, também são realizadas ações para regularização, alistamento e transferência de títulos.

 

 

Para votar em 2026, o eleitor preso precisa estar com a situação eleitoral regularizada e ter solicitado a participação dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, encerrado em maio. No entanto, a Lei Antifacção prevê uma mudança nas regras para os próximos pleitos. Caso o dispositivo seja mantido em vigor, presos provisórios já ficarão impedidos de se alistar e votar a partir de 2027.

 

A regra, entretanto, ainda pode ser analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Já existem ao menos quatro ações na Suprema Corte que questionam dispositivos da Lei Antifacção, e a Corte poderá decidir posteriormente sobre a constitucionalidade da proibição de voto dos presos provisórios e de outros dispositivos adicionados pela nova legislação.

Com Informações: https://pleno.news

Renan diz que Lula quer ‘comprar votos’ ao aumentar o Bolsa Família em período eleitoral

Candidato do Missão afirmou que acionará a Justiça Eleitoral contra a medida

Renan Santos, candidato à Presidência da República. (Foto: Reprodução/Instagram/Acervo Pessoal).

 

Por: Mael Belford

 

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou, nesta quinta-feira (17), que o presidente Lula (PT) praticou “crime eleitoral” e tenta “comprar votos”, após anunciar o aumento do benefício do programa Bolsa Família, em plena campanha.

 

 

Segundo Renan, a legislação eleitoral veda a alteração de benefícios sociais em ano de eleição, e o reajuste foi anunciado já dentro do período eleitoral. O Político anunciou que acionará a Justiça Eleitoral contra a medida.

 

 

“Ele usa isso para comprar voto para se reeleger e você que trabalha, paga a conta. Isto é crime. A lei eleitoral não permite que você altere benefícios sociais em ano eleitoral. Ele está fazendo isso no meio da eleição, fazendo aquilo que ele sabe fazer de melhor: quer comprar a consciência das pessoas”, afirmou.

 

O candidato citou outras medidas recentes do governo, como o vale-gás e a gratuidade de energia, e sustentou que o aumento não enfrenta a crise econômica do país.

 

“Ele não está resolvendo nenhum problema brasileiro. O Brasil está numa crise econômica gigantesca. Ele já está dando vale-gás, já está dando energia de graça para as pessoas e agora, no meio da eleição, vai aumentar o Bolsa Família. Quem vai pagar essa conta?”, questionou.

 

 

Para Renan, o benefício deve ser restrito a quem não tem condições de trabalhar. O candidato afirmou que, se eleito, criará uma frente de trabalho.

 

 

“Eu não vou permitir que o Brasil que trabalha e produz seja refém desse tipo de populismo. Eu vou acabar com esses aumentos absurdos. Só vai receber Bolsa Família quem precisa estritamente. Quem pode trabalhar, vai trabalhar. Eu vou criar a frente de trabalho. É isso que brasileiro sério faz”, disse.

 

O candidato informou que a ação está sendo preparada pelo corpo jurídico do partido em conjunto com Renato Battista, candidato a deputado estadual pelo Missão em São Paulo, e afirmou que os demais presidenciáveis não contestarão a medida por receio de perder eleitores.

 

 

“Estou entrando agora na Justiça Eleitoral para derrubar essa medida populista e criminosa do Lula. Os demais não vão fazer isso porque são medrosos e têm medo de se indispor com esse eleitor que o Lula está comprando. Eu não tenho medo. Eu sou um líder que agirá de maneira correta nos momentos mais duros”, concluiu.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

 

Reviravolta: Flávio dispara e atinge 55% no Polymarket após sessão do STF

Plataforma de previsões está bloqueada no Brasil desde abril deste ano

Flávio e Lula Fotos: Andressa Anholete/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

 

Nesta quarta-feira (16), o Polymarket registrou nova alteração nas cotações para a eleição presidencial de 2026 após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada na terça-feira (15). Flávio Bolsonaro chegou a 55% de probabilidade implícita, enquanto Lula aparecia com 45%, segundo os contratos negociados na plataforma.

 

 

A mudança ocorreu durante as 24 horas que envolveram o julgamento no STF. Nesse período, a cotação atribuída a Flávio subiu cerca de dois pontos percentuais, enquanto a de Lula caiu em proporção semelhante, de acordo com os dados divulgados pelo mercado de previsões.

 

 

A sessão da Corte terminou sem uma decisão sobre a eventual abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. O ministro Flávio Dino pediu vista durante a análise sobre a possibilidade de reunir as petições relacionadas aos casos de Moraes e André Mendonça, interrompendo o julgamento.

 

 

O movimento das cotações ocorreu no mesmo período da repercussão política da sessão, mas os números não permitem afirmar que o julgamento tenha sido o único responsável pela mudança. As negociações também podem reagir a pesquisas eleitorais e a outros acontecimentos políticos.

 

 

O Polymarket funciona como um mercado de previsões, no qual usuários compram e vendem contratos relacionados a eventos futuros. Os preços são apresentados em percentuais, mas não seguem a metodologia de uma pesquisa de intenção de voto.

 

 

Na semana passada, Flávio já havia ultrapassado Lula na plataforma. Em 10 de setembro, os contratos indicavam 52% para o senador e 45% para o presidente, enquanto Renan Santos aparecia com 2%.

 

 

Vale dizer que o Polymarket está entre as plataformas de mercados de previsão bloqueadas pelo governo federal desde abril de 2026. A medida alcançou 27 sites que ofereciam contratos sobre eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais e de entretenimento.

Com Informações: https://pleno.news

 

 

Malu Gaspar desmonta argumentos da defesa de Alexandre de Moraes

foto: (reprodução)

 

 

A jornalista Malu Gaspar contestou os argumentos apresentados pelo ministro Alexandre de Moraes em sua manifestação sobre o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo ela, não seria correto afirmar que as suspeitas contra Moraes estão baseadas apenas em anotações encontradas em blocos de notas do celular de Vorcaro.

 

 

Gaspar citou uma mensagem de WhatsApp que, segundo o relato, teria permanecido no aparelho apreendido pela Polícia Federal quando o banqueiro foi preso. Ela também questionou a afirmação de Moraes de que o sucesso da operação afastaria a possibilidade de vazamento, destacando que a própria Polícia Federal teria concluído que Vorcaro estava sob investigação e foi preso quando tentava deixar o país.

 

 

A jornalista também contestou os argumentos sobre os contratos entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Segundo Gaspar, não teria sido localizada comprovação de contatos da advogada com órgãos nos quais deveria representar o banco, nem evidências de serviços compatíveis com o valor de R$ 130 milhões do primeiro contrato.

 

 

Ela também afirmou que há elementos que contradizem a declaração de que um segundo contrato, de R$ 50 milhões, jamais existiu, citando viagens de Viviane em aeronaves que seriam utilizadas como forma de pagamento. Gaspar destacou ainda a existência de uma perícia técnica no relatório da Polícia Federal, questionando a versão de que as suspeitas seriam resultado apenas de interpretações sobre anotações.

Com Informações: https://matiasmarinho.com

Demonstração de força na capital: Flávia Berthier articula vinda de Flávio Bolsonaro para sacudir o eleitorado em São Luís

Por: Marcos Monteiro

 

Enquanto o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não sinalizou presença no Maranhão neste 1º Turno, a direita local corre contra o tempo para dar uma demonstração de força. A vereadora de São Luís e candidata a deputada federal, Flávia Berthier (PL), lidera a articulação para trazer à capital maranhense o principal nome da oposição nacional, Flávio Bolsonaro (PL), na próxima semana.

 

Embora a agenda oficial ainda dependa de martelo batido, a expectativa da base aliada é enorme. Flávia Berthier vem mobilizando intensamente as redes e o eleitorado conservador com o anúncio de um grande ato programado para o dia 22 de setembro (próxima terça-feira), às 10h22.

 

Caso o desembarque se concretize, os apoiadores planejam uma recepção de impacto: uma grande motocarreata com saída do “QG do Capitão” (no retorno do aeroporto) rumo ao Multicenter Sebrae, com o objetivo de arrastar uma multidão de eleitores para as ruas.

Essa movimentação faz parte de uma estratégia agressiva do PL para avançar sobre o Nordeste, região onde o PT historicamente pontua bem. Ao apostar no apelo popular e na força de lideranças locais como Flávia Berthier, a oposição tenta balançar o cenário e fisgar o voto do eleitor maranhense.

 

 

 

Se a agenda de Flávio Bolsonaro vai mesmo se confirmar e incendiar a campanha na ilha, cenas dos próximos capítulos.

É aguardar e conferir.

Texto baseado nas informações de Jorge Aragão

Justiça bloqueia mais de R$ 600 milhões em ação contra desvios e agiotagem no MA

O Ministério Público do Estado do Maranhão deflagrou, nesta terça-feira, 15, a Operação Faenerator, que cumpriu mandados e buscas e apreensão contra investigados pela prática de agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a Administração Pública. As diligências foram realizadas em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana, incluindo residências, sedes de empresas e propriedades rurais relacionadas aos investigados.

 

 

Além das buscas e apreensões, decisão judicial autorizou bloqueio e indisponibilidade de bens e valores de até R$ 621.455.220,00.

 

 

A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MPMA (Gaeco) – Núcleo Regional de Imperatriz, com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (Seic), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA. A atividade é respaldada em decisão da Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados.

 

 

Quanto aos bloqueios patrimoniais, incluem-se ativos financeiros, imóveis, veículos, aeronaves, embarcações e outros bens, bem como autorização para extração e análise de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos.

 

 

A Operação Faenerator é resultado do aprofundamento e do cruzamento de elementos reunidos com as operações Regalo, Timoneiro e Pavimentum, realizadas anteriormente pelo Gaeco para apurar irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra).

 

Operação do Gaeco teve apoio da Seic, Caei e Polícia Militar

Os alvos fazem parte de um núcleo financeiro suspeito de atuar no financiamento de empresas envolvidas em contratos e obras públicas no Município de Imperatriz, inclusive empreiteiras anteriormente investigadas por desvios de recursos da Sinfra. Elementos indicam que a prática dos delitos acontece, pelo menos, desde 2017.

 

 

De acordo com as investigações, o grupo fornecia recursos aos empresários por meio de empréstimos com cobrança de juros e, paralelamente, utilizava pessoas físicas, empresas e diferentes operações financeiras e patrimoniais para ocultar e dissimular a origem e a circulação dos valores.

 

 

Os dados e provas colhidas apontam que o grupo, além de fornecer de forma sistemática capital a empreiteiros locais por meio da agiotagem, também participava de mecanismos destinados à ocultação e lavagem de recursos de origem ilícita.

 

 

MÉTODO UTILIZADO

 

 

Empreiteiras procuravam o grupo quando necessitavam de disponibilidade imediata de recursos para iniciar obras, manter o fluxo de caixa ou cumprir compromissos financeiros. O capital era concedido sem garantias formalmente constituídas, mediante cobrança de juros que variavam entre 3,5% e 4% ao mês, além de encargos calculados em caso de atraso. Como garantia, eram utilizados cheques e notas promissórias que permaneciam fora do sistema bancário e funcionavam como instrumentos físicos de controle das dívidas.

 

 

A investigação identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada por algumas das empresas relacionadas ao grupo. Em um dos casos, uma clínica odontológica declarou faturamento médio mensal de aproximadamente R$ 13 mil; no entanto, movimentou R$ 143,8 milhões entre 2019 e 2024.

 

 

Dentre os mecanismos destinados a dificultar o rastreamento dos recursos, estão a utilização de transferências bancárias, PIX, depósitos fracionados, contas de passagem, pessoas interpostas e saques em espécie.

 

 

A lavagem de dinheiro também inclui a reinserção de valores na economia formal com a aquisição e comercialização de bens móveis, incluindo carros de luxo e veículos pesados, aeronaves, helicópteros, embarcações e imóveis rurais. As apurações também apontam pagamentos de obrigações de natureza pessoal relacionadas a agentes públicos e Pessoas Expostas Politicamente (PEPs).

 

 

BLOQUEIO

 

 

O mandado judicial deferiu medidas de bloqueio e indisponibilidade de bens com o valor limite de R$ 621.455.220,00. A medida faz parte da estratégia de descapitalização da estrutura investigada e de preservação patrimonial. O Gaeco está apurando o montante de bens apreendidos e outras diligências.

Com Informações: https://gilbertoleda.com.br

Aliados de Lula e Moraes fizeram o diabo para o STF não investigar indícios de crimes

Estátua “A Justiça” em dia de vergonha alheia – Reprodução das redes sociais.

 

 

Por:  Cláudio Humberto

 

 

Como previsto, a bancada governista no STF fez o diabo para atrasar e até “melar” a sessão de ontem no Supremo Tribunal Federal (STF). Foram horas discutindo, ofendendo, tumultuando, tudo para evitar decidir sobre investigar o relacionamento do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro de hábitos mafiosos Daniel Vorcaro. Flávio Dino, “líder” dessa bancada, falou durante hora sobre questão preliminar, tentando criminalizar o ministro André Mendonça, que expôs o caso publicamente.

 

 

Monopólio do tempo

 

 

Gilmar Mendes foi outro ministro que usou e abusou do microfone da sessão de ontem do STF. Não avaliar o principal parecia ser o plano.

 

 

Outra característica

 

 

Coube a Mendes alguns momentos espantosos, com agressões desnecessárias contra André Mendonça, que apenas fez o certo.

 

 

Auge do vexame

 

 

Para que a sessão se caracterizasse como das mais vexatórias da História, Moraes votou em favor dele mesmo, o “réu” dessa história.

 

 

O crime venceu

 

 

Ontem certamente foi a vez de Vorcaro gargalhar, com as presepadas no STF que enfraquecem a Justiça e fortalecem o crime no Brasil.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

“Ministro nenhum está acima da lei”, diz Lahesio ao cobrar atuação do Senado em crise do STF

De acordo com informações exclusivas compartilhadas pelo Portal Marrapá, o cenário político maranhense ganhou novos contornos após o posicionamento incisivo de Lahesio Bonfim (Novo). Em vídeo divulgado nas suas redes sociais, o candidato ao Senado cobrou transparência imediata nas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu que o Senado cumpra seu papel de frear possíveis abusos por parte dos magistrados.

 

Ao analisar o atual momento de instabilidade institucional, o ex-prefeito ponderou que o respeito ao Poder Judiciário não anula o dever de obedecer aos limites constitucionais. Conforme registrou o Marrapá, o candidato disparou: “Mas instituição nenhuma está acima da Constituição, ministro nenhum está acima da lei”.

 

Mandato independente: Mirando uma cadeira em Brasília, Lahesio assegurou total autonomia diante da Suprema Corte: “Eu não vou pra Brasília pra ser subordinado por ministro nenhum do STF”.

 

 

 

Defesa da estabilidade: Afastando-se de correntes extremistas, o maranhense rejeitou pedidos de fechamento do tribunal. Ele argumentou que as democracias saudáveis dependem de um Supremo forte, independente e respeitado, e não da destruição de instituições.

 

 

A apuração do Portal Marrapá reforça que a grande aposta de Lahesio Bonfim para o equilíbrio nacional está nas prerrogativas do próprio Legislativo. O candidato reafirmou que o Senado deve investigar excessos e agir rigidamente quando houver amparo jurídico para responsabilizações, concluindo que “democracia não é poder de um homem, democracia é equilíbrio entre os poderes”.

Moraes prova que não tem defesa

O grau de irresponsabilidade das aventureiras acusações do ministro do STF contra Mendonça dá a dimensão da dificuldade em que ele se encontra

Foto: Victor Piemonte/ STF

 

Por: Rodolfo Borges

 

 

manifestação que Alexandre de Moraes (foto) enviou a Edson Fachin para se posicionar sobre o relatório da Polícia Federal que o identificou como receptor de mensagens de Daniel Vorcaro deixa claro que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não tem como se defender.

 

 

Mais uma vez, o ex-relator do inquérito das fake news se limitou a desqualificar o procedimento de análise das mensagens, a refutar as provas e a atacar André Mendonça, fazendo ilações que seu colega de STF não se aventurou a fazer ao encaminhar o relatório para o presidente do tribunal.

 

 

A manifestação de Moraes é mais uma tentativa de tumultuar o processo, o que ele vem fazendo há dias com o auxílio de Flávio DinoCristiano Zanin e Gilmar Mendes.

 

 

Segundo o ministro, que acusa Mendonça de obstrução de Justiça por não ter liberado informações que não fazem qualquer diferença para o início de uma investigação, o colega “preferiu aguardar o momento político-eleitoral mais visível – véspera do comício de 7/9, para produzir sua farsa”.

 

 

 

Bizarro

 

 

 

A tentativa de Moraes de defesa pelo ataque é tão bizarra que ele volta a citar o relatório apócrifo da PF que usou para pedir investigação de Mendonça e chega a falar em “auxílio de órgão externo, provavelmente órgão estrangeiro, demonstrando clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026” ao se referir ao relatório da PF que o apontou como interlocutor de Vorcaro.

 

 

O grau de irresponsabilidade das aventureiras acusações de Moraes contra Mendonça dá a dimensão da dificuldade em que ele se encontra. E a investigação nem sequer começou formalmente.

 

 

O enrolado ministro chega a colocar o colega de STF no contexto do julgamento da trama golpista, para dizer que ele tenta “incriminar o Juiz relator das ações julgadas pela Primeira Turma contra a organização criminosa que tentou dar um Golpe de Estado no Brasil, abolindo o Estado Democrático de Direito”.

 

 

 

E o celular?

 

 

 

Moraes concentra sua defesa-ataque na negativa de que recebeu mensagens de Vorcaro. Bastaria, portanto, que ele entregasse seu aparelho de celular para provar que não houve conversa.

 

 

Mas ninguém sabe sequer se esse aparelho ainda existe, porque há meses que desconfia-se dessas mensagens, e o celular nunca foi apreendido. O problema, para Moraes, é que há outras mensagens, trocadas por outros investigados, que dão conta de que Vorcaro só contratou o escritório de advocacia da mulher do “careca” porque queria acesso a um ministro do STF.

 

 

E o pior é constatar que, depois de tudo o que foi revelado, esse ministro acredita que tem alguma condição de continuar sentado em uma cadeira do STF. Se a maioria de seus pares concordar com isso, a ponto de nem sequer abrir uma investigação, o tribunal também terá perdido o sentido.

Com Informações: https://oantagonista.com.br