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Ataque ilegal barra no TRE: O desespero da campanha de Camarão tenta atropelar a lei para frear crescimento de Lahesio

                      foto: Felipe Camarão (reprodução)

 

 

 

Por: Karina Sobral

 

 

 

O sinal de desespero na campanha de Felipe Camarão (PT) ficou evidente para todo o Maranhão. Diante do crescimento constante e consolidado de Lahésio Bonfim (Novo) na disputa, a ala governista decidiu abandonar o debate de propostas e apelar para o jogo sujo na internet — mas acabou enquadrada pela Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) determinou, no sábado (19), que o petista suspenda imediatamente o impulsionamento pago de vídeos com ataques diretos a Lahésio.

                                               foto: (reprodução)

 

A decisão liminar, proferida pelo desembargador José Nilo Ribeiro Filho, expôs uma manobra ilegal: o uso de dinheiro de campanha para tentar destruir a imagem de um adversário nas redes sociais. Na publicação patrocinada, Camarão demonstrava total descontrole ao associar Lahésio ao bolsonarismo de forma pejorativa, recorrendo a rótulos pesados como “golpista” e “homofóbico” na tentativa desesperada de frear a ascensão do candidato da direita.

Essa ofensiva agressiva marca uma mudança abrupta e errática na estratégia da campanha comunossocialista. O temor de perder a vaga para o Senado é tão grande que Camarão reduziu drasticamente suas críticas ao governo de Carlos Brandão (MDB) para voltar toda a sua artilharia pesada exclusivamente contra Lahésio. O principal gatilho para o pânico governista é a força que Lahésio vem demonstrando no palanque do prefeito Eduardo Braide (PSD), onde defende abertamente o impeachment de ministros do STF, incluindo Flávio Dino, mentor político do próprio vice-governador. Ao tentar calar o crescimento do adversário com ataques pagos, a esquerda acabou sofrendo uma dura derrota judicial, deixando claro quem está ditando o ritmo e o nervosismo nesta eleição.

Moraes disse jamais ter viajado em jato de Vorcaro, mas vídeo o desmente

Casal fez ao menos oito voos em aeronaves ligadas ao ex-banqueiro

Câmera registrou Alexandre de Moraes e esposa em jatinho de Daniel Vorcaro

Um vídeo divulgado neste domingo (20) mostra o ministro do STF Alexandre de Moraes e a esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, desembarcando de um jatinho ligado ao empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A gravação, revelada pelo jornal O Globo, foi feita em 22 de agosto de 2025 no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e contradiz a versão do gabinete do magistrado meses atrás.

Em nota de 31 de março passado, após reportagem da Folha, o gabinete de Moraes afirmou que o ministro “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”. A mesma nota classificou as informações como “ilações da fantasiosa matéria” e “absolutamente falsas”.

O levantamento da Folha, depois confirmado pelo Estadão, apontou que o casal fez ao menos oito voos em aeronaves ligadas a empresas de Vorcaro entre maio e outubro de 2025, considerando trajetos com origem em Brasília. Sete deles teriam ocorrido em aviões da Prime Aviation, empresa da qual Vorcaro foi sócio. O oitavo foi em um Falcon 2000 associado a Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro.

Neste domingo, o escritório Barci de Moraes alterou a versão do ministro. Confirmou que contrata serviços de táxi aéreo de diferentes empresas, entre elas a Prime Aviation, e que, “em determinados voos, Viviane Barci de Moraes foi acompanhada por seu marido, o ministro Alexandre de Moraes”. Segundo a nota, Vorcaro e “qualquer outra pessoa alheia ao escritório” não estavam presentes nesses voos. A contratação, diz o texto, “segue critérios operacionais e não envolve qualquer vínculo pessoal com proprietários de aeronaves”.

A aeronave vista no vídeo tem o prefixo PP-NLR. Mensagens obtidas pela Polícia Federal indicam que, no dia anterior ao desembarque, Vorcaro pediu a uma funcionária que priorizasse a reserva da família Moraes: “Não deixe de atender Barci”. No mesmo 22 de agosto, o ministro participou de um fórum do Lide no Rio usando roupas semelhantes às da gravação.

 

O caso se soma a outras revelações sobre a relação entre o ministro, a esposa e Vorcaro, incluindo um contrato de R$50 milhões entre empresa do ex-banqueiro e o escritório de advocacia da família Moraes, maior patrte pagos em quotas dessa areonave Legaly utilizada pelo ministro e mais um helicóptero fabricando pela Arirbus, além dos R$131 milhões, também citados no relatório da PF que periciou mensagens extraídas do celular do banqueiro. Moraes classifica as acusações como “farsa montada” e “vingança” política. Até agora, o STF não decidiu se abre inquérito formal sobre o episódio.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

Estadão aponta e dá nomes a favorecimentos da teia de relações de Daniel Vorcaro com autoridades dos 3 poderes

Reportagem do Estadão apresenta a chamada “Vorcarosfera”: uma rede de relações de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, com integrantes dos Três Poderes. Entre os nomes citados está o ministro Gilmar Mendes, cuja proximidade com o banqueiro ganha especial relevância diante das investigações que envolvem o banco, suas operações e a influência de Vorcaro nos círculos decisórios de Brasília.

 

 

É importante distinguir contato, relacionamento institucional e eventual favorecimento. A simples presença de uma autoridade em uma rede de contatos não prova crime. Porém, quando um empresário sob investigação circula entre ministros do STF, políticos, parlamentares e integrantes de órgãos de controle, a sociedade tem o direito de conhecer a natureza desses vínculos, os encontros realizados, os valores movimentados e as decisões eventualmente influenciadas.

 

 

A gravidade aumenta diante das acusações atribuídas a Vorcaro, incluindo supostas comissões milionárias relacionadas a aportes de fundos de previdência no Banco Master. Esses relatos foram rejeitados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República, e justamente por isso precisam ser submetidos a investigação transparente, com acesso às provas, contraditório e ampla responsabilização — sem sigilo seletivo nem blindagem corporativa.

 

 

O Brasil não pode aceitar uma República em que banqueiros investigados transitam livremente entre os centros de poder e, depois, aparecem relações entre essas mesmas autoridades e os processos que os envolvem.

 

 

Se a “Vorcarosfera” revela apenas contatos legítimos, que os fatos sejam esclarecidos. Se revela tráfico de influência, favorecimento ou promiscuidade institucional, os responsáveis precisam responder — independentemente do cargo que ocupam.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Jornal da Cidade Online

TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol no Paraná

Candidato ao Senado fica impedido de receber recursos

Deltan Dallagnol Foto: Frame de vídeo / YouTube

 

Crusoé: As fakes news disseminadas por Alexandre de Moraes

Presidente citou supostas orgias promovidas por Vorcaro e afirmou que integrantes da Suprema Corte, deputados e senadores foram envolvidos. O presidente Lula (PT) afirmou nesta sexta-feira, 18, que cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm ligação direta ou indireta com o caso Banco Master. A declaração ocorreu durante entrevista à Rádio Tupi, na qual Lula também acusou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro de promover orgias com mulheres estrangeiras para integrantes da elite brasileira.

 

 

Ao comentar as relações de Vorcaro com autoridades, Lula afirmou:

 

 

“Ele patrocinava orgia, ele trazia mulheres da Suécia, da Suíça, não sei de onde, para os bacanas brasileiros que gostam dessas coisas. E aí envolveu gente da Suprema Corte, envolveu deputado, envolveu senador, envolveu todo mundo.”

 

 

Na sequência, o presidente citou os ministros do STF ao comentar a dimensão da crise envolvendo o Master.

 

 

“Você tem cinco ministros que estão ligados direto, indiretamente.”

 

 

Lula não apresentou, nessa declaração, os nomes dos cinco ministros nem afirmou que todos são investigados. A fala foi feita em meio à divulgação de mensagens e documentos que apontam contatos de Vorcaro com Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. As circunstâncias dos contatos são diferentes em cada caso.

 

 

O presidente também voltou a defender uma reforma do Judiciário e disse que o problema envolvendo o Master precisa ser resolvido antes de uma eventual mudança na estrutura do Poder.

 

 

“Eu agora quero rediscutir que você tem uma reforma no Poder Judiciário, mas antes de fazer essa reforma, nós temos que resolver esse problema.”

 

 

Lula ainda afirmou que os futuros integrantes da Suprema Corte não deveriam buscar enriquecimento pessoal.

 

 

“Quem vier para a Suprema Corte não pode querer ser rico. Ali é um sacerdócio.”

 

 

Ao avaliar a crise envolvendo o caso Master, o presidente concluiu: “Isso tudo está apodrecendo.”

Com Informações: https://aldirdantas.com//via O Antagonista

Lula em evento no RJ defende as facções PCC E CV de organizações terroristas

Petista passa pano para grupos que controlam territórios, aterrorizam comunidades, cobram taxas, impõem toque de recolher e executam rivais. Em evento de segurança no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (18), Lula (PT) voltou a afirmar que “não aceita” a classificação feita pelos Estados Unidos das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse tipo de atitude do presidente brasileiro vem sendo interpretada pelas autoridades dos EUA como pretexto para não combater esses criminosos, que já atuam em diversas cidades norte-americanas.

 

 

“Eu não aceito a ideia de que as facções bandidas são terroristas, como diz o Trump”, afirmou. Para o petista, o que Trump chama de terrorismo seria “terrorismo de Estado” — “a luta e a briga pelo poder”. Quem teria feito isso, segundo Lula, foi Jair Bolsonaro no 8 de janeiro, “pensando em matar Lula, Alckmin e até o Alexandre de Moraes”. “Isso é terrorismo de Estado.”

 

 

Desde que Washington passou a tratar as facções como ameaça internacional, o governo Lula insiste que o enquadramento como terrorismo abriria precedente para interferência estrangeira. A soberania, nesse discurso, funciona como escudo: quem define como o crime é classificado e combatido no Brasil são “os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança”.

 

 

O efeito prático da tese é o seguinte: grupos que controlam territórios, cobram taxas, impõem toque de recolher, executam rivais e aterrorizam bairros, escolas e periferias permanecem, no vocabulário oficial, “crime organizado” ou “facções bandidas” — não terroristas. Lula admite o impacto sobre a população (“esses bandidos são terroristas para a família que mora no bairro”), mas recusa o estatuto jurídico e político que permitiria tratamento mais duro, cooperação internacional mais agressiva e isolamento financeiro mais amplo.

 

 

Enquanto isso, o rótulo de terrorismo é reservado ao episódio de 8 de janeiro e à trama golpista. A distinção não é técnica: é política. Facções que exercem poder paralelo sobre milhões de pessoas não “brigam pelo Estado”; o Estado, no discurso presidencial, é que não deve aceitar que outro país as trate como o que elas já são na vida cotidiana de quem vive sob seu domínio. Lula prometeu se reeleito, “retomar territórios ocupados”, criar um Ministério da Segurança Pública e apostar na PEC da Segurança. O recado paralelo, porém, ficou claro: o problema não é o nome que o crime organizado recebe no exterior. O problema é quem ousa dar esse nome. A soberania, nesse recorte, protege o país da classificação — e, na prática, deixa as facções no mesmo enquadramento que o governo sempre preferiu.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Diário do Poder

Pesquisador revela que eleitor está cansado da voz do Lula

AMANHÃ FESTA EM CODÓ: Eduardo Braide lidera grande arrastão ao lado de Biné Figueiredo

A cidade de Codó promete parar neste sábado, 19 de setembro de 2026. As ruas do município serão palco de um dos maiores eventos políticos da campanha eleitoral deste ano: um mega arrastão de carros e motos liderado por Eduardo Braide (PSD), candidato que lidera as intenções de voto para o Governo do Maranhão. 

Por que Biné apoia Braide?, Porque Biné acredita em Braide., Porque é uma decisão construída com diálogo, com a família, com os amigos e com pessoas que acompanham de perto sua caminhada., Biné é ...

O ato ganha ainda mais força com a presença confirmada do ex-prefeito e maior líder político da região leste, o popular Biné Figueiredo, consolidando uma aliança estratégica que desenha novos rumos para a disputa no estado.

 

 

Uma aliança de peso para transformar a região

 

 

A união entre o ex-prefeito de São Luís e o “eterno prefeito” de Codó foi firmada oficialmente em agosto e tem mobilizado fortemente o eleitorado local. Biné Figueiredo, acompanhado por seu grupo político e pelo vereador Rodrigo Figueiredo, declarou apoio integral à candidatura de Braide por acreditar que este é o melhor projeto para o desenvolvimento de Codó e de todo o Maranhão. 

 

 

“Quem ajuda o Braide tá ajudando o Biné”, declarou a liderança codoense ao selar o compromisso.

 

 

Liderança consolidada nas pesquisas

 

 

Eduardo Braide chega a Codó impulsionado pelos ótimos números na corrida pelo Palácio dos Leões. No levantamento mais recente divulgado pelo Instituto IPPI/Café Quente, Braide aparece consolidado na liderança com 44,8% das intenções de voto (alcançando 53,7% dos votos válidos), o que projeta uma possibilidade real de vitória ainda no primeiro turno. O candidato tem apostado em uma postura de neutralidade na polarização nacional, focando o debate em propostas de infraestrutura e serviços públicos para o interior do estado. 

 

 

Programação do Arrastão

 

A expectativa dos organizadores é atrair uma multidão de apoiadores, motociclistas e motoristas de Codó e cidades vizinhas para acompanhar a comitiva.

O que: Grande arrastão da mudança com motos e carros.

 

 

 

Presenças: Eduardo Braide, Lahésio Bonfim, Biné Figueiredo,Camilo Figueiredo, Rodrigo Figueiredo, e lideranças da região leste.

 

Objetivo: Mobilizar a militância e apresentar as propostas de governo para a saúde, educação e saneamento básico no interior.

 

Quando: Amanhã, sábado (19 de setembro), às 7horas da manhã.

Concentração: Na residência do ex-prefeito Biné Figueiredo.

 

Cobertura do evento será feita pelo jornalista Genivaldo Silva (O Cobra) e pelo Blog Repasse Informativo

Xadrez Político no MA: Por que Camarão ataca Lahesio em eleição que não é sua?


                                        foto: ( Montegem)

 

Por: Lázaro Junqueira   

 

 

Amargando a lanterna nas pesquisas de intenção de voto e sem força real para decolar na sucessão ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão parece ter mudado o foco de sua bússola política. Em vez de gastar energia tentando reverter o próprio cenário desfavorável de uma candidatura sem expressividade, o candidato governista surpreendeu os bastidores ao direcionar sua artilharia pesada contra Lahésio Bonfim — um nome altamente competitivo que briga pelo Senado. A estratégia, que aos olhos do eleitor comum soa como um desespero sem nexo de quem não consegue crescer por conta própria, ganha contornos nítidos quando analisada sob a ótica dos “desígnios supremos” de Flávio Dino. Ao tentar rotular Lahésio com velhos carimbos ideológicos, Camarão sacrifica a própria viabilidade eleitoral para atuar como escudo de um projeto desenhado diretamente de Brasília.

 

 

O desespero de uma candidatura sem expressividade nas urnas

 

 

O que se vê no Maranhão é o clássico movimento de quem naufraga nas intenções de voto e tenta arrastar adversários consolidados para o fundo do poço. Sem conseguir empolgar o eleitorado e patinando nos últimos lugares das pesquisas, Camarão recorre ao ataque direto por pura falta de propostas e de capital político próprio. A fixação em Lahésio Bonfim evidencia um nítido pânico de bastidor: sabendo que sua campanha ao governo não tem tração popular nem chances reais de vitória, o candidato aceita o papel secundário de atirador de elite para tentar conter uma liderança que cresce de forma legítima nas ruas. É o desespero de quem não tem votos tentando ditar os rumos de uma eleição que não é sua.

 

 

A força de uma liderança nata e independente

 

 

O que o grupo governista e seus satélites sem expressão parecem não compreender é que o fenômeno em torno de Lahésio Bonfim não depende de padrinhos políticos nem de estruturas partidárias tradicionais. Ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio se consolidou no cenário maranhense como uma liderança nata, cuja conexão com o eleitorado foi construída de forma direta, com base em resultados reais e no sentimento de mudança que ecoa do interior até a capital. Ao contrário dos que dependem do crachá de “candidato de fulano ou sicrano” para existir politicamente e que hoje amargam a rejeição popular, a relevância de Lahésio vem de sua própria trajetória e de sua independência diante dos blocos tradicionais A e B.

 

 

A blindagem de Flávio Dino no horizonte do STF

 

 

Para entender o movimento desesperado de Camarão, é preciso olhar para Brasília. O avanço de nomes independentes e de forte apelo popular ao Senado acendeu o alerta vermelho no grupo governista. Com o Supremo Tribunal Federal sob constantes pressões da oposição, garantir senadores totalmente alinhados e submissos no Maranhão virou prioridade para os aliados do ministro Flávio Dino. Camarão, portanto, assume o papel de blindar esse sistema: sua missão não é construir propostas ou viabilizar seu próprio nome, mas tentar criar espantalhos ideológicos para desgastar uma candidatura que ameaça a hegemonia do grupo que domina o estado.

 

 

A resposta vem da realidade das ruas

 

 

A tática de polarizar e tentar enfiar o debate em caixas ideológicas pré-moldadas desconsidera o amadurecimento do eleitor do Maranhão, que rejeita candidatos que só aparecem para atacar. O apoio expressivo a Lahésio Bonfim reflete um desejo por justiça, gestão eficiente e a ruptura com um modelo político desgastado. Enquanto Camarão gasta o pouco fôlego que lhe resta tentando rotular quem está avançando, o eleitorado observa quem realmente tem voz própria para representar o estado no Senado Federal. No final, o desespero das urnas e a insignificância eleitoral de quem ataca apenas evidenciam a solidez de quem não precisa de tutores para liderar.


Mesmo com nova lei, TSE mantém voto de presos provisórios

Corte aplicou princípio que só permite mudanças eleitorais em pleitos realizados mais de um ano após nova lei

Urna eletrônica (Imagem ilustrativa) Foto: Elza Fiúza/ABr

 

Presos provisórios e adolescentes submetidos a medidas socioeducativas poderão votar nas eleições de 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, para o pleito deste ano, a aplicação de um trecho da Lei Antifacção que passou a proibir o alistamento eleitoral e o voto de pessoas presas, independentemente de terem ou não condenação definitiva.

 

A decisão do TSE considerou o princípio constitucional da anualidade eleitoral, segundo o qual mudanças na legislação que alterem o processo eleitoral não podem ser aplicadas à eleição realizada menos de um ano após sua entrada em vigor. Com isso, a Lei 15.358/2026, também chamada de Lei Antifacção, que começou a valer em março de 2026, não se aplicará ao pleito deste ano.

 

Até hoje, a Constituição Federal estabelece a suspensão dos direitos políticos para pessoas condenadas criminalmente por decisão definitiva, após o trânsito em julgado. Presos provisórios, ou seja, que ainda não foram condenados definitivamente, não estão abrangidos por essa regra. O mesmo ocorre com adolescentes que cumprem medidas socioeducativas restritivas de liberdade.

 

 

A possibilidade de voto nos estabelecimentos prisionais e socieducativos, porém, existe desde 2002, quando a Justiça Eleitoral passou a adotar medidas para permitir que presos provisórios e adolescentes privados de liberdade votassem. Em alguns estados, também são realizadas ações para regularização, alistamento e transferência de títulos.

 

 

Para votar em 2026, o eleitor preso precisa estar com a situação eleitoral regularizada e ter solicitado a participação dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, encerrado em maio. No entanto, a Lei Antifacção prevê uma mudança nas regras para os próximos pleitos. Caso o dispositivo seja mantido em vigor, presos provisórios já ficarão impedidos de se alistar e votar a partir de 2027.

 

A regra, entretanto, ainda pode ser analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Já existem ao menos quatro ações na Suprema Corte que questionam dispositivos da Lei Antifacção, e a Corte poderá decidir posteriormente sobre a constitucionalidade da proibição de voto dos presos provisórios e de outros dispositivos adicionados pela nova legislação.

Com Informações: https://pleno.news