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Lula pode desistir do debate da Globo após o fiasco do confronto com Flávio na Band?

Possibilidade de ausência do presidente no próximo debate presidencial provoca questionamentos sobre sua disposição para um novo confronto direto com o adversário. O desempenho de Lula no debate da Band, diante de Flávio Bolsonaro, continua repercutindo no cenário político. Agora, uma nova possibilidade ganha espaço nas discussões: o presidente poderá desistir de participar do próximo debate, previsto para acontecer na TV Globo? Para o jornalista Emílio Kerber, o confronto na Band foi especialmente desfavorável ao petista, que teria motivos políticos para evitar um novo embate diante de milhões de brasileiros com maiores prejuízos eleitorais.

 

 

“A surra que Lula tomou no debate da Band foi tão grande que ele já estaria preparando o terreno para desistir do debate da Globo”, afirmou Kerber, em tom crítico. A eventual ausência de Lula levantaria questionamentos sobre sua estratégia nesta reta final da disputa presidencial. Afinal, depois de enfrentar Flávio Bolsonaro na Band, o presidente estaria disposto a repetir o confronto na principal emissora de televisão do país? Até o momento, porém, a hipótese de desistência não deve ser tratada como decisão confirmada sem manifestação oficial da campanha. A verdade é que o presidente Lula apresenta sinais bem acentuados de desgastes físicos, além de lhe faltar jogo de cintura para enfrentar o adversário, que inclusive já sabe como desestabilizá-lo, observando-se que o caso da lobista Roberta Luchsinger, que ele não tem mais como negar as negociatas feitas por ela e Lulinha em diversos segmentos do governo, que remetem a corrupção em vários ministérios e estatais.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Jornal da Cidade Online

A cartada do STF com Alexandre de Moraes para tentar tirar Flávio da Presidência, caso seja eleito

Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro são investigados por suspeita de lavagem de dinheiro em inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. As investigações da Polícia Federal sobre o advogado Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro (PL) passaram a ser acompanhadas com cautela por uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) diante da possibilidade de uma interpretação elástica de uma decisão da Corte sobre quem pode assumir ou não a Presidência da República. Tomaz e Flávio são investigados por suspeita de lavagem de dinheiro em inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. Se Flávio se tornar réu, o tribunal poderá ter de decidir se o processo produz efeitos sobre sua posse ou permanência no cargo. Isso se ele for eleito presidente.

Em 2016, o Supremo decidiu, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 402, que pessoas que estejam diretamente na linha sucessória da Presidência da República não podem assumir o cargo caso se tornem réus em ações penais instauradas pela Corte.Parte inferior do formulário Na época, o ministro Marco Aurélio Mello atendeu a uma liminar pedida pela Rede Sustentabilidade e afastou cautelarmente o então presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB). A liminar foi parcialmente revogada pelo plenário para manter Renan no comando do Congresso, mas o STF fixou o entendimento — encabeçado pelo ministro Celso de Mello — de que ele ficaria impedido de assumir a Presidência da República.

Essa ADPF agora está nas mãos do ministro Gilmar Mendes. Desde dezembro de 2021, ela está sem qualquer tipo de movimentação. Não há definição se o caso será reaberto ou irá para o arquivo. Durante as investigações, a Polícia Federal descobriu que o advogado fez pagamentos para retirar do ar reportagens que o relacionavam a Flávio, conforme informações obtidas pelo jornal O Globo. A PF suspeita que os dois mantinham uma sociedade e lista até viagens pagas pelo advogado ao parlamentar. Flávio era cadastrado como um “usuário master” de uma conta conjunta com Tomaz, conforme revelou a coluna de Malu Gaspar.

A suspeita agora de uma ala do STF reside na possibilidade de que Moraes leve o caso para análise da Primeira Turma da Corte após o segundo turno. Caso Flávio venha a se tornar réu, diante de uma vitória do senador nas urnas, o Supremo teria que rediscutir a aplicação ou não da ADPF 402 neste caso concreto. Seria uma situação inédita. Até hoje, nenhum presidente da República eleito assumiu o cargo sendo réu em uma ação penal no Supremo.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via O Antagonista

CAXIAS EM DETALHES: Suspeito de participação em sequestro é preso com carro adulterado em Caxias

A Polícia Militar prendeu, na noite de terça-feira (20), um homem suspeito de envolvimento em um sequestro ocorrido no dia 14 de outubro em Lago da Pedra, no Maranhão. A prisão ocorreu por volta das 21h30 no bairro Itapecuruzinho, em Caxias.

Por: Leste News

 

Segundo a corporação, a abordagem ao veículo — um Toyota Corolla de cor preta — foi feita pela equipe do Grupo de Operações Especiais (GOE) do 2º Batalhão de Polícia Militar (BPM), após compartilhamento de informações entre o Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) de São Luís e o Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) de Caxias.

 

 

Durante a fiscalização, os policiais identificaram indícios de adulteração na placa do automóvel. De acordo com a guarnição, uma fita adesiva era utilizada para alterar um dos caracteres da identificação do veículo.

 

 

A Polícia Militar informou ainda que a vítima do sequestro realizou o reconhecimento do condutor como um dos integrantes do crime. O homem e o veículo foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Caxias para os procedimentos cabíveis.

Flávio Bolsonaro abre vantagem sobre Lula e lidera todas as pesquisas a cinco dias da eleição

A cinco dias da eleição, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula nos sete levantamentos reunidos nesta semana.

Fonte da imagem: —

 

(Esta matéria será atualizada conforme novas pesquisas forem divulgadas.)

A cinco dias do segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula nas pesquisas divulgadas no início desta semana.

Os resultados, porém, apresentam diferenças importantes. Enquanto alguns institutos apontam empate técnico, outros registram uma vantagem maior para o senador.

No Nexus/BTG, a distância é de apenas 0,6 ponto percentual. Na Gerp, chega a seis pontos.

Veja o que mostram os últimos levantamentos antes da votação de domingo (25). Os percentuais apresentados abaixo são de votos válidos, que excluem brancos e nulos.

Gerp

 

 

O levantamento da Gerp Mercadologia, divulgado nesta terça-feira (20), mostra a seguinte divisão:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 53%

  • Lula (PT): 47%

A diferença é de seis pontos percentuais, acima da margem de erro de dois pontos.

Nos votos totais, Flávio tem 50% e Lula, 45%. Outros 2% não escolheram nenhum dos candidatos e 3% não souberam responder.

A pesquisa também mostra que 98% dos eleitores de Flávio e 97% dos eleitores de Lula dizem ter o voto definido.

O levantamento reuniu 2.400 entrevistas entre 15 e 19 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais. A publicação consultada não informou número de registro dessa rodada no TSE.

Real Time Big Data

O Real Time Big Data também divulgou novos números nesta terça-feira (20).

  • Flávio Bolsonaro (PL): 52%

  • Lula (PT): 48%

A diferença é de quatro pontos percentuais, no limite das margens de erro dos candidatos.

No cenário de votos totais, Flávio aparece com 48%, contra 45% de Lula.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-02952/2026.

Alfa Inteligência

A pesquisa Alfa Inteligência, divulgada nesta terça-feira (20), também registra vantagem numérica para Flávio.

  • Flávio Bolsonaro (PL): 51,5%

  • Lula (PT): 48,5%

A diferença é de três pontos percentuais, dentro da margem de erro de 1,9 ponto.

O levantamento também mediu a rejeição aos candidatos. Lula registra 46%, enquanto Flávio aparece com 45%.

Foram entrevistados 2.700 eleitores entre 15 e 19 de outubro, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-00820/2026.

DataTrends

O DataTrends apresenta uma diferença semelhante à registrada pelo Alfa Inteligência.

  • Flávio Bolsonaro (PL): 51,5%

  • Lula (PT): 48,5%

Nos votos totais, Flávio tem 49% e Lula, 46%.

O instituto também identificou diferenças regionais. Lula aparece numericamente à frente no Nordeste, enquanto Flávio registra vantagem nas outras quatro regiões do país.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-04454/2026.

PoderData

Na segunda-feira (19), o PoderData divulgou mais um levantamento sobre a disputa presidencial.

  • Flávio Bolsonaro (PL): 52%

  • Lula (PT): 48%

A pesquisa anterior do instituto,

divulgada em 16 de outubro, apontava empate numérico, com 50% para cada candidato.

Desde então, Flávio avançou dois pontos percentuais e Lula recuou na mesma proporção.

Foram entrevistados 3.000 eleitores entre 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-02586/2026.

AtlasIntel/Bloomberg

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada na segunda-feira (19), mostra que a distância entre os candidatos diminuiu em relação à rodada anterior.

  • Flávio Bolsonaro (PL): 51,1%

  • Lula (PT): 48,9%

A diferença é de 2,2 pontos percentuais.

Na pesquisa de 9 de outubro, Flávio tinha 52,8% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 47,2%.

 

 

Em dez dias, a vantagem do senador caiu de 5,6 para 2,2 pontos percentuais.

O levantamento entrevistou 4.998 eleitores entre 13 e 18 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-02418/2026.

Nexus/BTG

 

 

A pesquisa Nexus/BTG registra a menor diferença entre os candidatos nos levantamentos reunidos até agora.

 

 

  • Flávio Bolsonaro (PL): 50,3%

  • Lula (PT): 49,7%

A diferença é de apenas 0,6 ponto percentual, configurando empate técnico.

 

 

Na pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio aparecia com 52%, contra 48% de Lula.

 

 

Em seis dias, a distância entre os dois caiu de quatro pontos para menos de um ponto percentual.

 

 

O instituto entrevistou 2.002 eleitores entre 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-04499/2026.

 

 

Novas pesquisas serão divulgadas antes da eleição

 

 

Outros institutos têm levantamentos previstos para os próximos dias, incluindo Quaest, Datafolha e Paraná Pesquisas.

Os resultados devem ajudar a mostrar como a disputa evolui após o debate da Band, realizado no domingo (18).

 

 

É importante lembrar que cada pesquisa utiliza sua própria metodologia e representa as intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas.

O segundo turno acontece no próximo domingo, 25 de outubro.

Acompanhe o segundo turno com a Brasil Paralelo

 

 

Mais de 15 milhões de pessoas passaram pela Brasil Paralelo durante a apuração do primeiro turno. Com sua nova tecnologia, o Prumo, a BP começou a apresentar projeções de resultados a partir de 24% das urnas apuradas.

 

 

Fique conosco também durante o segundo turno e acompanhe as eleições com informação confiável.

 

 

O Resumo BP reúne diariamente as principais notícias para você acompanhar esse processo sem precisar procurar informação em dezenas de lugares.

Com Informações: https://www.brasilparalelo.com.br

Portal g1 admite fake news sobre Daniella Marques e Bolsa Família

Site precisou corrigir a questão dos dois anos de transição para o beneficiário que conseguir emprego

Flávio Bolsonaro e Daniella Marques Foto: Reprodução / Instagram

 

O portal g1 corrigiu nesta segunda-feira (19) uma reportagem sobre as regras do Bolsa Família defendidas por Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O texto publicado inicialmente afirmava que os beneficiários perderiam o auxílio após dois anos, mesmo sem conseguir emprego. A informação foi corrigida após a assessoria da economista esclarecer a proposta.

O portal g1 corrigiu nesta segunda-feira (19) uma reportagem sobre as regras do Bolsa Família defendidas por Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O texto publicado inicialmente afirmava que os beneficiários perderiam o auxílio após dois anos, mesmo sem conseguir emprego. A informação foi corrigida após a assessoria da economista esclarecer a proposta.

 

 

Segundo Daniella, a ideia é estabelecer um período de transição de 24 meses para o beneficiário que abrir um negócio próprio ou conseguir emprego com carteira assinada. Caso a tentativa não dê certo, a pessoa poderá retornar automaticamente ao programa social.

 

 

Em nota de correção, o g1 reconheceu o erro e informou que a proposta prevê dois anos para o beneficiário buscar uma nova fonte de renda, com possibilidade de retorno ao Bolsa Família se perder o emprego ou não conseguir se manter fora do programa.

 

 

Após a publicação, Daniella gravou um vídeo para explicar a proposta e criticou informações que distorcem as medidas previstas no plano de governo de Flávio. A coordenadora afirmou que o objetivo é ampliar as oportunidades de trabalho e empreendedorismo, sem retirar a proteção social de quem precisa.

 

 

– As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família, aquilo é uma proteção mas é o início de uma jornada e todo mundo merece sonhar com mais oportunidade, mais dignidade. É justamente nisso que a gente quer focar, esse é o coração do plano do Flávio – afirmou, em entrevista à CBN Bahia.

 

 

A proposta também prevê a participação da Caixa Econômica Federal e do Banco do Nordeste no financiamento de pequenos empreendedores. A intenção é oferecer crédito e capacitação para quem deseja abrir um negócio e conquistar independência financeira.

 

 

– A Caixa vai ser o grande braço de apoio para isso, assim como o Banco do Nordeste, para ser o banco do pequeno empreendedor, para oferecer crédito – prosseguiu.

 

 

Daniella também declarou que, em um eventual governo, Flávio pretende criar um plano emergencial para renegociar dívidas de famílias e empresas. Ela atribuiu o aumento do endividamento a medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e classificou essas iniciativas como eleitoreiras.

 

 

A coordenadora ainda negou que a candidatura do Partido Liberal (PL) pretenda acabar com programas sociais ou reduzir aposentadorias. Segundo Daniella, a prioridade seria rever despesas e benefícios da administração pública.

 

 

– Não iremos [cortar programas sociais]. Nós iremos cortar os privilégios em Brasília, férias de 60 dias, supersalários, viagens e outros privilégios, desperdícios da máquina pública e fechar o buraco das estatais para que a gente tenha um Estado mais eficiente – disse.

 

 

Atualmente, o Bolsa Família possui uma regra de proteção que permite a permanência temporária de famílias que aumentam a renda. A duração e as condições dependem de critérios como o valor recebido por pessoa, a data de entrada na regra e a origem dos rendimentos.

 

 

Daniella afirmou ainda que o plano econômico de Flávio prevê ajuste das contas públicas e controle da dívida, com a expectativa de reduzir os juros reais. O senador disputa a Presidência em 2026 contra Lula, em uma eleição cujo segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Com Informações: https://pleno.news

“Questão de direito das pessoas de conviverem em família”, diz Lula sobre ‘saidinha’ de criminosos

Petista disse que não se deve punir centenas de presos pela conduta de poucos, desconhecendo totalmente as vítimas de assassinos, estupradores e assaltantes. As famílias dos que perderam entes queridos são totalmente ignoradas por Lula. O presidente Lula (PT) comentou nesta segunda-feira, 19, seu veto, em abril de 2024, à restrição das saídas temporárias dos presos, as saidinhas. O tema foi alvo de críticas do senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, realizado no domingo, 18.

 

 

“É uma questão de direito das pessoas de conviverem em família. É normal que, dependendo do comportamento dessa pessoa, ela tenha o indulto para ver seus parentes. Afinal das contas, o sistema prisional deve ter como objetivo a tentativa de recuperar as pessoas,” sem qualquer referência às vítimas de bandidos, mas defendeu a criminalidade durante sabatina do SBT News, como vem fazendo em favor dos narcostraficantes do PCC e CV.

 

 

 

Parte inferior do formulário

 

 

 

“Quem for soltar tem que analisar se a pessoa cometeu um crime grave. Crime hediondo não pode ser solto, se cometeu estupro não pode ser solto”.

 

 

Na sabatina, Lula também afirmou que não se deve punir centenas de pessoas por causa da conduta de poucos.

 

 

“Não podemos, por causa de 2 ou 3, punir centenas de pessoas. Nós acreditamos na possibilidade de recuperar”, disse.

 

 

 

Maioridade penal

 

 

 

Lula defendeu ainda a redução da maioridade penal para 16 anos, que antes se manifestava totalmente contrário. O petista mudou para criticar a proposta da “extrema-direita” de desejar reduzir para 14 anos.

 

 

“A extrema-direita queria colocar 14 anos. Eu pedi para que o meu líder colocasse a questão dos 16 anos para crimes hediondos. Da mesma forma que nós achamos que um jovem de 16 anos pode votar, pode escolher seu presidente da República, pode dirigir, nós temos que dar a ele a responsabilidade de ter um comportamento adequado. Se ele cometeu um crime hediondo, ele tem que ser punido rigorosamente”, disse.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via O Antagonista

 

PoderData: Flávio 52% x 48% Lula

Por: Bruno Coelho

 

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta segunda-feira (19) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT), a seis dias do segundo turno presidencial. O cálculo exclui votos brancos, nulos e indecisos. Na semana passada, os dois apareciam empatados com 50%.

 

 

O levantamento também mostra rejeição de 48% ao petista, ante 46% na pesquisa anterior. Já a parcela dos entrevistados que afirma não votar no candidato do PL passou de 45% para 44%.

 

 

O PoderData entrevistou 3 mil pessoas por telefone entre 16 e 18 de outubro de 2026, em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o número BR-02586/2026.

Com Informações: https://marrapa.com

OPORTUNISMO ELEITORAL: Governo Lula inventou e decretou aumento do Bolsa Família em 1 dia, apontam documentos internos

Aumento foi anunciado em 17 de setembro, a 17 dias do 1º turno das eleições

Cartão do Bolsa Família. (Foto: EBC).

 

 

Documentos internos obtidos pelo Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) mostram que a gestão de Lula (PT), candidato à reeleição, produziu em um único dia os atos necessários para o reajuste do Bolsa Família. O aumento foi anunciado em 17 de setembro de 2026, a 17 dias do primeiro turno das eleições.

 

Ofícios, notas técnicas e pareceres jurídicos foram elaborados em 16 de setembro — um dia antes do anúncio oficial. A documentação seguiu tramitação incomum na administração federal: em vez do sistema eletrônico habitual, os papéis foram impressos, assinados fisicamente e só depois digitalizados e incorporados a um processo eletrônico, no dia 1º de outubro (cerca de duas semanas após a publicação do decreto).

 

A medida usou o “procedimento excepcional” previsto no Decreto nº 12.002/2024, com autorização da Casa Civil, para preservar o sigilo durante a preparação. Em despacho, servidores do Ministério do Planejamento registraram que o caminho fora do sistema eletrônico se deveu “à necessidade de preservação do sigilo”.

 

O reajuste elevou o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 (cerca de 15%, correspondente à variação do INPC desde a retomada do programa em 2023). O impacto estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e cerca de R$ 22 bilhões em 2027. Os pagamentos com os novos valores foram antecipados para antes do segundo turno, estratégia semelhante à adotada por Jair Bolsonaro em 2022.

 

O governo sustenta que se trata apenas de recomposição inflacionária, sem criação de novo benefício nem ampliação do universo de beneficiários, e que o custo foi acomodado com economias em outras áreas (incluindo redução de fraudes). A Casa Civil, procurada, ainda não se pronunciou sobre a tramitação dos documentos.

Com Informações: https://diariodopoder.com.br

Reviravolta política: Como Gisele Bezerra pode herdar a vaga de Márcio Jerry na Câmara Federal

         foto: Arquivo Pessoal de Gisele Bezerra

Por: Lázaro Junqueira

 

 

A primeira-dama de Timon, Gisele Bezerra (MDB), pode assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados devido a um imbróglio jurídico que envolve a Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) no Maranhão. O cenário foi revelado após simulações apontarem que uma recontagem de votos retiraria a vaga conquistada pelo deputado federal Márcio Jerry (PCdoB)

Para compreender o caso, veja abaixo como funciona a disputa jurídica e o cálculo eleitoral:

1. O estopim: Registro negado no PT

O caso gira em torno da candidata a deputada federal Dayana Roberta (PT), que teve seu registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral por falta de comprovação de filiação partidária válida. Ela obteve 808 votos nas urnas, mas eles ficaram temporariamente congelados (sub judice).

O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio do procurador regional Tiago de Sousa Carneiro, manifestou-se pela manutenção desse indeferimento

2. O efeito cascata na Cota de Gênero

A legislação eleitoral brasileira exige que cada partido ou federação preencha o mínimo de 30% de candidaturas de um determinado gênero (geralmente feminina). Com a saída definitiva de Dayana Roberta da chapa, a Federação Brasil da Esperança perde uma mulher

Para se readequar à proporção exigida por lei, a federação seria obrigada a retirar duas candidaturas masculinas.

Os homens com as menores votações na chapa foram Washington Rio Branco (291 votos) e Alonso da Agricultura (473 votos), ambos do PV

3. A nova totalização e a perda da vaga

Se os votos de Washington e Alonso forem anulados e excluídos do quociente partidário, a Federação perderá, no total, 764 votos. Uma simulação técnica realizada pelo sistema do Instituto EPO demonstrou que essa pequena perda altera o cálculo das sobras eleitorais no estado:

A Federação Brasil da Esperança perderia a sua última vaga média, afetando diretamente Márcio Jerry.

 

 

Essa vaga remanescente seria repassada ao MDB, beneficiando Gisele Bezerra, que figura como suplente do partido

 

 

Panorama Político

 

 

Nas urnas, Gisele Bezerra obteve expressivos 85.515 votos em todo o Maranhão, dos quais mais de 44 mil foram conquistados diretamente em Timon, consagrando-se como a candidata mais votada do município. O processo agora aguarda julgamento de embargos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) e, eventualmente, passará pelo crivo final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Morre em São Paulo, aos 84 anos, o cantor Benito di Paula

Artista tratava um câncer há cerca de um ano

Benito di Paula Foto: Reprodução/YouTube Zeca Pagodinho