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DESTAQUE DA SEMANA: Ministro da Defesa José Múcio diz que, se EUA invadirem Brasil, o melhor é “abrir o portão”

Ministro da Defesa defendeu mais investimentos nas Forças Armadas. (Foto: EFE/Andre Coelho)

 

O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou na última  terça-feira (4) que, em uma eventual invasão dos Estados Unidos, o melhor que o Brasil pode fazer é “abrir o portão”. A declaração ocorreu durante um evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

 

 

 

“Eu vejo os jornalistas o tempo todo [perguntando]: ‘se os Estados Unidos quiserem invadir o Brasil, o que é que o senhor faz como ministro da Defesa?’ Abro o portão, porque a gente não tem equipamento para enfrentá-los e nem tem dinheiro para consertar o portão. Eu prefiro abrir o portão”, disse o ministro, em tom de brincadeira.

 

 

 

Múcio disse que o país destina cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) para investimentos nas Forças Armadas. “Investir em defesa é como um plano de saúde. A gente escolhe o melhor, torcendo para não precisar usar”, apontou.

 

 

 

Os EUA classificaram as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O governo Lula (PT) considera que a medida pode abrir uma brecha para ações militares estrangeiras em território brasileiro.

 

 

 

No início de julho, um porta-voz do Departamento de Estado descreveu como “absurdas” as declarações do Ministério das Relações Exteriores, que apontam um risco à soberania brasileira.

 

 

 

A relação entre o Brasil e os EUA atingiu o maior nível de tensão nesta quarta, após o governo de Donald Trump revogar o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

 

 

 

A decisão seria uma retaliação pela recusa do governo Lula (PT) em conceder seu aval diplomático formal, conhecido como agrément, ao embaixador americano Daniel Perez e à recusa de vistos a vários diplomatas americanos. A medida ocorreu em meio ao novo tarifaço contra o Brasil.

 

 

 

Nos últimos dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem reforçado o discurso em defesa da soberania, mas também destacou que não quer brigar com os EUA ou com a China, pois “não tem aviões, tanques e nem o dinheiro que eles têm”.

 

 

 

Durante a convenção nacional do PT, Lula fez um apelo para que a esquerda pare com “essa bobagem” de não se preocupar com gastos em defesa. “Esse país tem 16,8 mil quilômetros de fronteira seca, 8 mil quilômetros de fronteira marítima, a maior floresta tropical do planeta, 12% da água doce do mundo. Nós precisamos investir na defesa”, enfatizou o presidente.

Com Informações: https://www.gazetadopovo.com.br

STF abre prazo para Lindbergh Farias e Sonia Thronicke caluniadores de Alfredo Gaspar apresentem provas

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou que a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) e o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) prestem informações sobre a notícia-crime que cita estupro de vulnerável em que foi envolvido o nome do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL). A acusação é falsa. Lindbergh já até tentou um acordo para encerrar o caso, mas Gaspar não aceitou. O parlamentar quer que Lindbergh e Soraya sejam condenados por denunciação caluniosa e garante que vai levar o caso até o final.

 

 

 

Gilmar Mendes por sua vez, estabeleceu prazo de 15 dias para que Lindebergh e Soraya indiquem elementos que possam ajudar na identificação dos responsáveis por mensagens anexadas ao processo e apresentem informações sobre registros de chamadas telefônicas. Em 27 de março, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke disseram, sem provas, que Gaspar cometeu o crime, e que também seria pai de um filho decorrente do estupro. Gaspar já divulgou um exame de DNA feito por meio de coleta de material da mucosa oral. O deputado afirmou que o procedimento serviria para antecipar a produção de provas e acelerar o esclarecimento do caso.

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Jornal da Cidade Online

Criminalista defende bandido? Então Lula acabou de entregar o filho

 

 

*Por Bady Elias Curi

 

Em mais uma de suas pérolas nonsense, em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., ao ser questionado pelo apresentador sobre o motivo de ter constituído o advogado Cristiano Zanin como responsável por sua defesa no processo da Lava Jato, o presidente Lula respondeu:

 

 

 

 

“Ele não era criminalista. E pensaram: ‘O Lula vai perder, porque o Lula não tem criminalista’. Sabe por que eu não contratei criminalista? Porque eu acho que criminalista não sabe defender inocente. Criminalista defende bandido. E foi assim que eu venci. Com muita teimosia, cara. Minha mulher queria que eu saísse da cadeia fazendo um acordo. Meus filhos queriam que eu saísse. Eu falei: ‘Eu não saio’. Era uma obsessão de provar minha inocência…”

 

 

 

 

Cabe fazer algumas ressalvas à fala do presidente Lula. Primeiro, a condenação de Lula em primeiro grau, proferida pela 13ª Vara Federal de Curitiba, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro — no âmbito da Operação Lava Jato, envolvendo o caso do triplex do Guarujá e o do sítio de Atibaia —, foi confirmada pelo TRF4 e, posteriormente, pelo STJ. Encerrada a competência do STJ, a defesa de Lula impetrou habeas corpus, suscitando, estranhamente, a incompetência do Juízo de Curitiba, o que, após a concessão de liminar pelo Ministro Fachin, foi confirmado pela maioria dos ministros do STF.

 

 

 

 

 Como o processo teve de recomeçar ab initio na Justiça Federal do Distrito Federal, e diante do longo lapso temporal, sobreveio a prescrição — que nada mais é do que a perda, pelo Estado, do poder-dever de punir. Daí a fala dos leigos em Direito de que Lula teria sido “descondenado”, e não absolvido, uma vez que as decisões chegaram a reconhecer sua conduta delituosa.

 

 

 

 

Voltando à entrevista de Lula, faço minhas as palavras contidas na nota publicada pela OAB/SP, parte da qual transcrevo abaixo:

 

 

 

 

“A fala reflete um preconceito inaceitável quanto à função da advocacia criminal e preocupa ainda mais quando difundida pelo presidente da República. O advogado criminalista não defende o crime; defende a Constituição, o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório, garantias fundamentais asseguradas a todos os cidadãos. Ao reforçar esse estigma, a declaração contribui para a desinformação da sociedade e enfraquece o Estado Democrático de Direito.”

 

 

 

 

 No mais, já é de conhecimento geral a incontinência verbal do presidente Lula e sua propensão a falar bobagens — a exemplo da conversa vazada com Paulo Vannuchi, ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos, na qual se referiu às feministas do Partido dos Trabalhadores como “mulheres de grelo duro”.

 

 

 

 

Por outro lado, se Lula realmente acredita no que disse, terá reconhecido, por vias transversas, que seu filho Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger — investigados em uma série de inquéritos no STF — seriam bandidos e, de fato, estariam envolvidos nos crimes que lhes são imputados. Afinal, ambos se cercaram de advogados criminalistas de renome, como Bruno Salles e Roberto Podval.

Tenho dito!!!

Bady Elias Curi

Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex-juiz do TRE/MG, escritor.

Com Informações: ttps://aldirdantas.com

Conheça os sete candidatos que disputam o Governo do Maranhão nas eleições de 2026

As eleições de 2026 para o Governo do Maranhão contam, até o momento, com sete candidatos oficialmente anunciados durante as convenções partidárias.

Orleans Brandão, Eduardo Braide, Felipe Camarão, Roberto Rocha, Saulo Arcangeli, André Luís e Reginaldo Lima

 

Todos aguardam o deferimento dos registros de candidatura pela Justiça Eleitoral. O prazo para que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) conclua o julgamento dos pedidos é até 14 de setembro, vinte dias antes do primeiro turno.

 

 

 

A votação do primeiro turno está marcada para o dia 4 de outubro. Caso nenhum candidato obtenha a maioria absoluta dos votos válidos, um segundo turno será realizado em 25 de outubro.

 

 

 

Orleans Brandão (MDB)

 

 

 

Administrador e empresário, Orleans Brandão tem 31 anos e estreia como candidato em uma eleição. Natural de São Luís, foi secretário de Estado de Assuntos Municipalistas no governo Carlos Brandão, de quem é sobrinho. Casado e pai de dois filhos, deixou o cargo em 2026 para concorrer ao Governo do Maranhão pelo MDB, sendo o nome apoiado pelo atual grupo governista.

 

 

 

Eduardo Braide (PSD)

 

 

 

Aos 50 anos, Eduardo Braide é advogado e um dos políticos mais conhecidos do estado. Foi presidente da Caema, deputado estadual por dois mandatos, deputado federal e prefeito de São Luís, cargo para o qual foi eleito em 2020 e reeleito em 2024. Renunciou à prefeitura em março deste ano para disputar o Governo do Maranhão. Casado e pai de três filhos.

 

 

 

Felipe Camarão (PT)

 

 

 

Advogado, professor universitário e procurador federal, Felipe Camarão tem 44 anos e atualmente exerce o cargo de vice-governador do Maranhão. Natural do Rio de Janeiro, construiu sua trajetória política no estado, onde também comandou a Secretaria de Educação por vários anos. Eleito vice-governador em 2022 na chapa de Carlos Brandão, tenta agora chegar ao governo pela primeira vez. É casado e pai de três filhos.

 

 

 

Roberto Rocha (PRTB)

 

 

 

Administrador de empresas, Roberto Rocha tem 61 anos e uma longa trajetória política. Foi deputado estadual, deputado federal por três mandatos, vice-prefeito de São Luís e senador da República entre 2015 e 2023. Filho do ex-governador Luiz Rocha, passou por partidos como PL, PMDB, PSDB, PSB, PTB e Novo antes de se filiar ao PRTB. Casado e pai de quatro filhos.

 

 

 

Saulo Arcangeli (PSTU)

 

 

 

Servidor público federal, professor universitário e sindicalista, Saulo Arcangeli tem 54 anos e é doutor em Políticas Públicas, além de mestre em Desenvolvimento Socioespacial e graduado em Ciência da Computação pela UFMA. Técnico administrativo do Ministério Público da União e docente da UEMA, disputa o Governo do Maranhão pela terceira vez.

 

 

 

André Luís (Missão)

 

 

 

Aos 41 anos, André Luís faz sua estreia na disputa pelo comando do Executivo estadual. Empresário nos segmentos de construção civil e confecção, ele exerce atualmente a função de secretário-geral do Partido Missão no Maranhão.

 

 

 

Natural do estado, iniciou a graduação em Engenharia Civil, mas interrompeu o curso antes da conclusão para se dedicar aos negócios da família no setor têxtil. Casado, busca seu primeiro mandato eletivo como governador.

 

 

 

Reginaldo Lima (PCB)

 

 

 

Natural de Imperatriz, Reginaldo Lima tem 43 anos e atua como radialista. Também exerce a função de secretário político do Comitê Regional do Partido Comunista Brasileiro (PCB) no Maranhão. Sua experiência eleitoral inclui uma candidatura a vice-prefeito de Imperatriz. Em 2026, participa pela primeira vez da disputa pelo Governo do Estado.

Com Informações: https://portaloinformante.com.br

CASO TRÊS IRMÃS EM CAXIAS: Tudo o que se sabe com o fim do inquérito policial

A investigação apura denúncias contra um animador de festas infantis, de 60 anos, preso por suspeita de abusar sexualmente de três meninas menores de 14 anos.

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga um animador de festas infantis, de 60 anos, preso por suspeita de abusar sexualmente de três irmãs menores de 14 anos, em Caxias. O procedimento foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário, que dará prosseguimento ao caso.

 

 

 

As investigações tiveram início no dia 29 de junho, após a família de uma das vítimas denunciar um caso de importunação sexual. Durante a apuração, os policiais identificaram indícios de que o suspeito também teria cometido estupro de vulnerável contra as duas irmãs da primeira vítima.

 

 

 

O homem permanece preso preventivamente desde a semana passada. De acordo com a Delegacia Especial da Mulher (DEM) de Caxias, até o momento nenhuma outra vítima procurou a polícia para denunciar o investigado. No entanto, como ele atuava como animador de festas infantis e mantinha contato frequente com crianças, a Polícia Civil considera a possibilidade de existirem outras vítimas.

 

 

 

As investigações continuam em andamento para esclarecer todos os fatos. A orientação da Polícia Civil é que qualquer pessoa que tenha informações ou queira registrar denúncia procure a Delegacia Especial da Mulher de Caxias.

Com Informações: https://noca.com.br/via TV Mirante

Miriam Leitão vê “tensão” nos casos Master e INSS, mas não vê os famigerados inquéritos do Xandão, diz administrador

A imprensa militante brasileira causa ojeriza. Miriam Leitão envelheceu e apodreceu como jornalista. Sua parcialidade é escancarada e extremamente nociva para quem consegue ler o que ela escreve. O administrador de empresas João Luiz Mauad, fez um comentário que sintetiza com perfeição a expressão do texto tendencioso de Miriam Leitão.

 

 

Confira:

 

 

“Chega a ser patética a desfaçatez dessa militância de mídia. É sugestivo que esta senhora, que agora reclama da forma como Mendonça conduz os inquéritos, nunca tenha visto qualquer problema institucional na maneira absolutamente heterodoxa (para dizer o mínimo) com que o ministro Moraes conduz as dezenas de inquéritos e processos sob a sua responsabilidade.

 

 

 

Mais patético ainda é o principal motivo da queixa dela contra André Mendonça:

 

 

 

‘O ministro Mendonça está exigindo despachar diretamente com os delegados e agentes, sem passar pela direção da Polícia e, pior, requereu todo o material bruto e indexado. E esse indexado não é um detalhe. É o que permite fazer busca específica. Basta colocar um nome que será possível encontrar todas as citações àquela pessoa. É possível direcionar a investigação.’

 

 

 

Ganha um doce quem adivinhar o porquê da revolta.”

Com Informações: https://aldirdantas.com//via Jornal da Cidade Online

Mensagens expõem estratégia de Lulinha para esconder dinheiro no exterior

Conversas citam Luxemburgo como destino para recursos e tratam de alternativas para escapar do escrutínio dos órgãos de controle. A Polícia Federal (PF) tem em seu poder, há meses, mensagens atribuídas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), que passaram a integrar o conjunto de elementos analisados em investigações sobre supostas irregularidades financeiras. Segundo informações obtidas pelos investigadores, os diálogos mostram conversas entre Lulinha e a empresária e lobista Roberta Luchsinger sobre estratégias para manter “patrimônio escondido” no exterior, longe de exposição às autoridades brasileiras. De acordo com a apuração, as mensagens discutem alternativas para reduzir a incidência da fiscalização da Receita Federal e estruturar recursos fora do alcance dos órgãos de controle, em uma espécie de roteiro para blindagem patrimonial internacional.

 

 

 

 

Em uma das conversas, Luxemburgo é citado por Roberta Luchsinger como uma possível jurisdição para a alocação de recursos. O país europeu é conhecido por seu ambiente favorável a estruturas internacionais de gestão de patrimônio e, ao longo dos anos, figurou em listas e debates sobre jurisdições de tributação favorecida, sendo frequentemente mencionado em operações de planejamento tributário e proteção de ativos no exterior.

 

 

 

 

A informação foi compartilhada pelo cientista político Felipe d’Avila, que foi candidato à Presidência da República nas eleições de 2022 e por Danuzio Neto.

 

 

 

 

Conversas de Roberta obtidas pela PF também mostram o planejamento de ações para “abrir portas” no governo federal aos negócios do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, investigado por suspeita de liderar o maior esquema de desvios de aposentadorias e pensões. Os diálogos foram usados para embasar as novas investigações sobre a atuação do filho de Lula. Roberta é amiga de Lulinha.

Com Informações: https://lestenews.com.br//via Diário do Poder

Análise da Estratégia de Narrativa no Cenário Eleitoral do Maranhão

foto: (montagem)

Por Repasse Informativo

 

 

A análise das declarações do ex-senador Roberto Rocha revela uma estratégia explícita de retratar a alteração de seus rumos políticos não como uma falha de articulação de seu próprio grupo, mas como resultado direto de manobras de terceiros — especificamente do ex-prefeito e atual candidato ao governo Eduardo Braide e da direção do Partido Novo. No entanto, o avanço do cenário eleitoral demonstra os limites práticos dessa retórica frente aos dados reais da disputa.

 

 

 

1. Transferência de Responsabilidade e Vitimização

 

 

 

Ao afirmar que a retirada de sua pré-candidatura ao Senado ocorreu sem o seu consentimento, Roberto Rocha busca se colocar na posição de vítima de um processo decisório do qual foi excluído.

 

 

 

  • Objetivo: Isentar seu núcleo político imediato da responsabilidade pela perda do espaço majoritário original, justificando sua mudança de rumo para a disputa ao Governo do Maranhão como uma reação de resistência a acordos de bastidores.

 

 

 

2. Deslegitimação do Adversário e a Disputa pelo “Eleitorado de Direita”

 

 

 

O uso de termos como “velhaco” e a alegação de que o Partido Novo foi “comprado” visam criar uma imagem moralmente desfavorável dos oponentes. Paralelamente, há o discurso de reivindicação do posto de “verdadeira direita” no estado.

 

Isolado no Novo, Roberto Rocha aciona Justiça para ter filiação no PRTB - Gilberto Léda

foto: (reprodução)

 

 

  • O Contraponto Prático: Essa narrativa perde força na prática porque a consolidação da direita maranhense tem ocorrido ao redor do nome de Lahésio Bonfim, que se destaca como a principal liderança agregadora desse eleitorado no estado, esvaziando a retórica de exclusividade ideológica do ex-senador.

 

 

 

3. O impacto dos números e o favoritismo do oponente

 

 

 

A reorientação de campanha de Roberto Rocha esbarra na realidade projetada pelas pesquisas de intenção de voto, como os levantamentos do Instituto Veritá.

 

 

 

  • Projeção no 1º Turno: O amplo favoritismo de Eduardo Braide — com percentuais que apontam para uma vitória ainda no primeiro turno — enfraquece os ataques morais e a narrativa de vitimização.

 

 

  • Efeito Eleitoral: Diante de uma liderança consolidada e do apoio de nomes com grande apelo popular (como Lahésio), as queixas sobre composições partidárias tendem a ser vistas pelo eleitorado mais como uma reação de isolamento do que como uma proposta viável de governo.

 

 

Síntese: Enquanto Roberto Rocha tenta redirecionar a frustração pela perda do apoio do Partido Novo contra a aliança formada ao redor de Eduardo Braide, a força política demonstrada por Lahésio Bonfim e a liderança isolada nas pesquisas minam a eficácia desse discurso, consolidando a percepção de que as articulações da oposição refletem pragmatismo e viabilidade eleitoral real.

Fator Gerson: Zenit faz jogo duro para negociar Luiz Henrique, ex-Botafogo, com o Flamengo

Arquivo pessoal

 

Zenit está fazendo jogo duro e não pretende facilitar a venda de Luiz Henrique, ex-atacante do Botafogo, para o Flamengo, segundo informou o jornalista Gabriel Reis, conhecido como “Paparazzo Rubro-Negro”, na noite desta quarta-feira (5/8).

 

 

 

O clube russo quer € 35 milhões à vista, enquanto o Flamengo oferece € 30 milhões, sendo uma parte à vista (entre € 15 milhões e € 20 milhões) e o restante em duas parcelas, além de € 5 milhões em bônus por metas.

 

 

 

Segundo o jornalista, o motivo do jogo duro do Zenit ainda é a negociação por Gerson com o Flamengo em 2025. Na ocasião, o clube rubro-negro não topou vender o volante por € 28 milhões parcelados, e o Zenit acabou tendo de pagar à vista € 25 milhões, valor da multa rescisória.

 

 

 

Ainda chateados com aquela

 

 

 

situação, o clube de São Petersburgo quer que o Flamengo pague à vista para liberar Luiz Henrique, Rei da América e campeão brasileiro e da Libertadores pelo Botafogo em 2024.

 

Fonte: Redação FogãoNET e Instagram do Paparazzo Rubro-Negro

Audiência pública em Caxias debate segurança, transparência e planejamento das Eleições 2026

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão realizou, nos dias 3 e 4 de agosto, em Caxias, uma programação institucional voltada à segurança, transparência e planejamento do processo eleitoral.

Na terça, 4 de agosto, a presidente do TRE, desembargadora Francisca Galiza, e os juízes das 4ª, 5ª e 6ª Zonas Eleitorais, que abrangem os municípios de Caxias, Aldeias Altas e São João do Sóter, coordenaram a audiência pública com o tema central “Eleições 2026: Planejamento, Transparência e Cooperação Institucional”.

 

 

 

O encontro reuniu juízes e juízas de direito, gestores municipais, representantes de partidos políticos, advogadas e advogados, promotoras e promotores de Justiça, membros de entidades de classe, lideranças políticas e profissionais da imprensa.

 

 

 

Durante a audiência, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desembargadora Francisca Galiza, destacou que a realização do encontro em Caxias reforça o compromisso da justiça eleitoral em aproximar suas ações da população. Segundo ela, a legitimidade do processo eleitoral é construída não apenas no âmbito institucional, mas também por meio do diálogo permanente com a sociedade. “A democracia se fortalece quando as instituições se dispõem a ouvir, a esclarecer e a prestar contas. Por isso, aproximar a Justiça Eleitoral do cidadão e da cidadã não é uma cortesia, mas um dever que assumimos com seriedade e convicção”, afirmou.

 

 

 

Foram discutidos temas como o planejamento das Eleições de 2026, onde foi apresentado as diretrizes e as providências que o Tribunal já vem adotando para assegurar um processo organizado e seguro. Além das mudanças relativas à prestação de contas e as regras que disciplinam a propaganda eleitoral, esclarecendo, de forma objetiva, o que é permitido e o que é vedado, de modo a prevenir irregularidades e a orientar a atuação de todas as pessoas. 

 

 

 

A programação também incluiu a palestra “Importância do Processo Eletrônico de Votação”, ministrada pelo secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRE-MA, Wagner Sales. A atividade integrou a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com os Tribunais Regionais Eleitorais, para ampliar o conhecimento da população sobre o funcionamento, a segurança, a transparência e a auditabilidade da urna eletrônica.

 

 

 

Reunião dos órgãos de segurança

 

 

 

No dia 3 de agosto, a membra da Corte, juíza Ana Beatriz Jorge, o juiz auxiliar da Corregedoria, Antônio Elias de Queiroga Filho, e o assessor de Segurança Institucional, coronel Alexandre Magno, reuniram representantes das forças de segurança da região dos Cocais para discutir o planejamento das ações de segurança para as Eleições 2026.

 

 

 

A reunião teve como objetivo alinhar procedimentos de planejamento, coordenação e gerenciamento de riscos relacionados ao processo eleitoral, reforçando a atuação integrada entre os órgãos envolvidos.

 

 

 

Segundo o coronel Alexandre Magno, este foi o primeiro encontro regional previsto no Planejamento de Segurança das Eleições 2026, apresentado no dia 30 de julho durante a instalação do Comitê de Segurança.

Com Informações: https://lestenews.com.br